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Com a redução da taxa de juros, mercado imobiliário reaquece

Redação 1 de outubro de 2020 4 minutes read

Momento pode ser ideal para quem deseja realizar o sonho da casa própria.

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O começo de 2020 parecia ter tudo para ser complicado para o mercado imobiliário. A crise de saúde, causada pelo coronavírus, impactou na economia e trouxe incertezas, o que fez com que adquirir imóveis passasse a ser um projeto duvidoso.

 

Assim, muitas pessoas que planejavam investir em casas, apartamentos ou prédios comerciais decidiram esperar um pouco, para entender como ficaria o cenário econômico nos próximos meses.

 

Era esperado um aumento nos juros para os financiamentos imobiliários e consequente queda na procura pela compra de casas e apartamentos. No entanto, o primeiro semestre acabou surpreendendo o setor positivamente.

 

Essa situação deixou claro que, em comparação com outros setores da economia, o mercado imobiliário conseguiu sobreviver bem em meio à crise. Foram mais de 133 mil imóveis financiados, apenas por pessoas físicas, um aumento de cerca de 35% quando comparado ao mesmo período de 2019.

Redução na taxa Selic

A principal explicação para o setor imobiliário ir à contramão da crise está diretamente relacionada à taxa Selic, responsável por direcionar os juros cobrados pelos bancos.

 

Quando a taxa está alta, os juros cobrados nos empréstimos e nos financiamentos seguem o mesmo caminho, sem contar que muitas pessoas têm a solicitação negada, pelo aumento das exigências. Essa é uma forma das instituições financeiras se protegerem quando o cenário é incerto.

 

Como foram tomadas atitudes para impedir uma crise muito grave e manter a economia em funcionamento, desde julho de 2020, houve redução na taxa Selic. Hoje, ela se encontra em 2%, um de seus menores valores em comparação aos últimos anos.

 

Para as instituições financeiras, a taxa Selic em baixa permite reduzir os juros cobrados nos financiamentos imobiliários. Há confiança no cenário econômico e mais empréstimos são concedidos. A consequência é um aumento do interesse em comprar a casa própria.

Negociações on-line

Outro ponto positivo observado na compra e na venda de imóveis foi a fácil adaptação do mercado imobiliário com o distanciamento social. Antes mesmo da crise do coronavírus, imobiliárias focavam muito no on-line, por meio de visitas virtuais, conversas pelo WhatsApp ou chat no próprio site.

 

Isso já acelerava o processo e garantia as visitas ao imóvel apenas quando existia um interesse real na compra. Agora, com a necessidade do distanciamento social, o on-line ganhou ainda mais importância.

 

Inclusive, a negociação é feita pela internet, e as visitas têm todo o cuidado exigido. Com essas facilidades, o comprador percebe que, mesmo com todas as mudanças que o mundo vivencia, é possível, sim, realizar o sonho de ser dono de uma casa ou apartamento próprio.

Busca pela casa própria

Apesar de ter suas vantagens, viver de aluguel também não era a melhor opção em meio à crise. Esse foi um dos motivos que fez com que a busca pela casa própria aumentasse, mesmo no primeiro semestre, quando o cenário ainda era duvidoso.

 

Depois, com a queda dos juros, resultado da Selic em baixa, o acesso ao financiamento foi facilitado. Então, a casa própria passou a ser uma opção segura.

 

Além disso, outro público foi atraído pelos juros em baixa: as pessoas que investem em imóveis como uma fonte de renda extra, inclusive, porque outros investimentos não estão tão atraentes no cenário econômico atual.

Financiamentos concedidos

O cenário segue promissor para o setor imobiliário no segundo semestre de 2020, até pelos bons resultados obtidos. Em relação aos financiamentos, em uma comparação entre este e o ano passado, houve um crescimento de 739% na concessão desta modalidade de empréstimo.

 

Diferente de outros setores, fica claro que o mercado imobiliário segue na contramão, provavelmente uma consequência de já ter vivido seu momento de crise e conseguido lidar bem com isso.

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