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Tudo sobre o fenômeno das jaquetas corta vento retrô

Criada para impedir a interrupção de atividades físicas, essas jaquetas se popularizaram e são usadas, hoje, em diferentes ocasiões

 

Um item clássico nos armários, as jaquetas acompanham diferentes momentos e sociedades ao longo do tempo. Criada no final do século XIX, a peça foi originalmente destinada a trabalhos duros, feita com tecidos mais resistentes e de grande durabilidade.

 

Consideradas as “queridinhas” da moda, hoje, as jaquetas corta vento estão em alta para as mais diversas ocasiões. Em função de sua versatilidade, esse pode ser um item-chave, usado em uma ocasião mais casual e também no ambiente de trabalho.

 

A procura por jaquetas corta vento aumenta durante o outono e o inverno, já que esse é um casaco resistente contra o frio. Outra possibilidade de uso é para complementar looks de meia estação, combinando com vestidos, regatas e saias.

Origens da jaqueta corta vento

No início do século XX, a indústria de música country e a de filmes de velho Oeste popularizaram as jaquetas, tornando-as aptas para serem usadas em diferentes ocasiões. Ao término das duas guerras na Europa, as peças ascenderam a símbolo de “rebeldes”. Nos anos 70, o item conquistou o coração dos roqueiros.

 

Criadas, originalmente, para evitar a interrupção de atividades físicas por atletas, as jaquetas corta vento são feitas, em sua maioria, de tecidos sintéticos, caracterizados por falta de forro e leveza, como o tactel. Mas é cada vez mais comum encontrar essa peça em diferentes modelos e cores.

 

Essa jaqueta fez tanto sucesso que, na década de 80, foram criados novos modelos feitos de outros tecidos e fibras. Esse processo tornou a corta vento alcançar novos públicos, como dançarinos de break dance de subúrbios nos Estados Unidos, e invadiu o movimento hip hop que marcou o país nessa época.

 

Hoje, é comum encontrar jaquetas corta vento produzidas por grandes marcas de roupas, que recriam modelos e fazem a peça estar muito presente na moda hype contemporânea.

Como e onde usá-las

Sendo um item meio-termo, capaz de proteger de ventos, garantindo leveza ao visual, as jaquetas corta vento são peças mais pensadas em função de sua funcionalidade.

 

Com calças, essas jaquetas garantem a permanência de estéticas esportivas que vêm se destacando nos últimos tempos. Pelas manhãs, esse item pode cair bem com shorts.

 

Em viagens longas, os chamados “mochilões”, essa peça é estratégica para manter a temperatura corporal, sendo um tipo de “segunda pele”, sem superdimensionar o peso da bagagem.

 

Para quem gosta de fazer trilhas, essas jaquetas são peças-chave, já que garantem que o seu corpo permaneça seco. A impermeabilidade é uma das principais vantagens desse tipo de jaqueta.

 

Os modelos softshell são considerados medianos, já que não são totalmente impermeáveis, o que torna o seu uso um pouco mais restrito. Jaquetas corta vento desse tipo são bastante comuns entre atletas de neve, como os esquiadores.

Dialogando com o estilo de cada pessoa

Como qualquer outra peça de roupa, as jaquetas corta vento devem sintonizar com o estilo de cada pessoa. Para quem prefere ser mais discreto, vale apostar em estampas mais lisas e cores suaves. Já quem não tem medo de ousar, jaquetas com cores mais fortes e diferentes estampas podem ser uma boa pedida.

 

No senso comum, existe a ideia de que, nas estações mais frias, só se pode usar roupas mais escuras — pretas, azul-marinho, marrom. Contudo, além desse conceito traduzir uma visão colonizada de que a elegância é sinônimo do que se usa na Europa, vale lembrar que o estilo de cada pessoa, assim como sua personalidade, é único e está em constante construção.