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Seicho-no-ie, Plano Diretor, Conselho Tutelar, Chácaras de Recreio foram os temas abordados nas Tribunas


A sessão aconteceu nesta segunda-feira, 29 de fevereiro em Limeira

 

A Tribuna da Câmara Municipal de Limeira foi requisitada por quatro vezes durante a sessão camarária desta segunda-feira, 29. Os temas abordados foram: a comemoração do dia da Seicho-no-ie; alteração no Plano Diretor; denúncia contra o Conselho Tutelar e regularização de Chácaras de Recreio.

 

Ao fazer uso da Tribuna, Aldo Bergantin lembrou que foi no dia 1º de março de 1930, fundada no Japão por Masaharu Taniguchi a Seicho-no-ie, que trabalha com os conceitos ensinados por Maomé, Buda, Jesus, que são o amor, o perdão e o agradecimento. “Nós nascemos para manifestar Deus, precisamos amar, perdoar, agradecer, honrar. Todas as religiões são luzes de salvação que emanam de um único Deus”, explicou Bergantin.

 

O segundo tema foi o projeto de revisão do Plano Diretor. Carina Dibbern informou os presentes das alterações previstas no projeto que será encaminhado para o Legislativo, que poderão comprometer o desenvolvimento da região da Via Guilherme Dibbern.

 

“Para fazer a mudança no zoneamento na região da via Guilherme Dibbern será preciso um estudo que aborde as questões referentes a solo, vizinhança, meio ambiente, via de acesso entre outros e consulta popular. Antes de qualquer mudança precisamos ter esta análise técnica para zonear e mapear a cidade. Para o desenvolvimento da cidade é preciso este estudo, que é complexo e técnico”, enfatizou Carina.

 

Na terceira Tribuna, o munícipe Anselmo Renato dos Santos relatou que protocolou no Legislativo denúncias contra os procedimentos de alguns conselheiros tutelares. “Alguns conselheiros estão trabalhando de forma adversa e impedem os pais de ver seus filhos”, denunciou.

 

Por sugestão da Mesa Diretora, a denúncia foi encaminhada para a Comissão Permanente dos Direitos Humanos.

 

A representante dos chacareiros, Lígia Mara Rodrigues, levou ao conhecimento do público presente a dificuldade encontrada para a regularização das chácaras.

 

“Parabenizo os donos de chácaras pelo esforço na regularização de suas propriedades, porém, algumas falhas foram detectadas e nós queremos o direito que as 243 glebas que pediram a regularização estejam na segunda fase. Se o MST tem direito, nós que compramos e pagamos pela terra, também temos”, pontuou Ligia.

 

Assista aos vídeos com as Tribunas pelo site www.limeira.sp.leg.br.

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Dennis Moraes