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Sede da Defesa Civil muda de local


A Defesa Civil de Santa Bárbara d’Oeste, órgão ligado à Sesetran (Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Civil), instalou-se em novo local, na antiga sede do Corpo de Bombeiros, na área central da cidade. O setor estava locado na Avenida Santa Bárbara, no Distrito Industrial. A mudança facilitará o trabalho do órgão no atendimento à população.

Localizado à Rua Santa Bárbara na esquina com Rua Graça Martins, no Centro, a nova sede da Defesa Civil recebeu adequações e pintura. Segundo o secretário, Rômulo Gobbi, houve um ganho em infraestrutura. “Além de ser uma sede própria do município e na área central de Santa Bárbara, existem compartimentos para armazenar materiais de necessidades, como colchões, kits de limpeza, kits de higiene doméstica, lençóis e cestas básicas. Assim eles poderão agir rapidamente”, explicou.

A Defesa Civil conta com coordenador e auxiliares do setor que já estão atendendo pessoalmente ao público. O número de telefone de emergência deve voltar a funcionar nos próximos dias. Enquanto isso, a Defesa Civil atende pelo telefone 153 (Guarda Civil Municipal). O órgão compreende um conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e recuperativas, buscando evitar ou minimizar desastres. Estas ações têm, ao mesmo tempo, propósito de preservar a população e restabelecer a normalidade do convívio social.

Operação Estiagem

A Defesa Civil de Santa Bárbara d’Oeste iniciou a Operação Estiagem 2015, que terá ações estendidas até 30 de setembro. O objetivo é a prevenção de queimadas devido à baixa umidade do ar que tantos prejuízos causam à saúde das pessoas e ao meio ambiente, segundo publicação no Diário Oficial do Município, Jornal Diário de Santa Bárbara.

A ação foi antecipada pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, por conta da baixa umidade relativa do ar, as quedas bruscas de temperatura e baixa vazão dos mananciais, incluindo os municípios da RMC (Região Metropolitana de Campinas).

O plano de contingência deve aperfeiçoar as ações das coordenadorias municipais da Defesa Civil para minimizar os efeitos da estiagem, baseando-se na adoção de medidas antecipadas a possíveis focos de incêndios e coberturas vegetais, acompanhando os índices de umidade relativa do ar.

Foto: Luís Eduardo Deffanti

Assessoria de Imprensa

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Dennis Moraes