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Reforma do Museu da Imigração em S. Bárbara é finalizada


As obras de reforma e manutenção do Museu da Imigração de Santa Bárbara d’Oeste estão finalizadas. O espaço cultural recebeu pintura da parte interna e externa, ferragens, novas portas e janelas e serviços de calçamento do pátio, preservando o prédio histórico. Considerado um dos prédios de maior importância histórica do Município, o Museu da Imigração é mantido pela Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste e compreende e transmite a identidade cultural da cidade.

A reforma se fez necessária para a conservação do acervo histórico e manutenção do edifício inaugurado em 1.896. “A conservação de um prédio tão belo e importante pra memória da cidade foi um pedido do prefeito Denis Andia, que agora se realiza. Entregamos agora o Museu da Imigração à população com toda sua beleza e valorização do patrimônio cultural da cidade”, disse o secretário de Cultura e Turismo, Eide Froner.

Além de visitas de barbarenses, diversas cidades do Estado e turistas dos Estados Unidos passam pelo Museu.  No ano passado, o andar superior intitulado “Segmento 2 – Correntes Imigratórias” recebeu higienização e limpeza do forro e calhas. Os interessados em agendar visitas monitoradas podem entrar em contato pelo telefone (19) 3455-5082. O Museu está localizado na Rua João Lino, 371, Centro, e funciona de terça-feira a sábado, das 9 às 17 horas.

HISTÓRIA – O Museu foi fundado em 30 de janeiro de 1988, a partir do acervo da Fraternidade Descendência Americana, organização da sociedade civil responsável por administrar o Cemitério dos Americanos. O museu encontra-se instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Santa Bárbara d’Oeste, edifício inaugurado em 1896, projetado em estilo eclético pelo arquiteto francês Victor Dubugras. O local é equipado com biblioteca especializada e conta com um anexo dedicado à documentação do município, o Centro de Memória de Santa Bárbara d’Oeste.

Seu acervo é composto por objetos diversos como indumentária, porcelanas, mobiliário, utensílios domésticos, material bélico, manuscritos, documentos, e outros pertencentes a personalidades de destaque na região, na maioria imigrantes que se estabeleceram na cidade na segunda metade do século XIX (famílias Dodson, MacKnight, Jones e Thatcher) e outros itens – como artefatos arqueológicos, fotografias, livros raros, documentos, jornais, revistas – que retratam o cotidiano da cidade e o estilo de vida da antiga sociedade barbarense.

Assessoria de Imprensa

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Dennis Moraes