Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Musa 24 Horas
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
  • Dennis Moraes
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

  • 24 Horas
  • Opinião

Qual é o futuro para os trabalhadores por aplicativos no Brasil?

Dennis Moraes 23 de outubro de 2023 4 minutes read
motorista de aplicativo

Com 1,6 milhão de profissionais atuando como entregadores ou motoristas, país ainda não possui diretrizes definidas nas leis trabalhistas

 

Uma das pautas defendidas pelo governo, desde a campanha eleitoral e um dos assuntos mais debatidos durante o ano, a obrigatoriedade do vínculo trabalhista entre empresas de aplicativos como Uber e Ifood e os trabalhadores, parece distante de um desfecho, pelo menos ainda em 2023.

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Recentemente a Justiça do Trabalho brasileira determinou que a Uber deve registrar todos os motoristas em regime CLT. Além disso, a empresa foi condenada a R$ 1 bilhão por danos morais coletivos, mas a empresa decidiu não acatar a decisão

A Uber, cujo objetivo é realizar a conexão entre motoristas autônomos e passageiros que buscam transporte individual, se popularizou a partir da crescente adesão da sociedade a esse modelo de negócio, muito popular entre aqueles que buscam uma fonte de renda alternativa ou principal. O principal ponto hoje discutido no país é a falta de garantias e benefícios para o trabalhador cadastrado nesses aplicativos.

“Esse sistema de “pejotização”, que se popularizou no Brasil, traz a ilusão que o trabalhador é dono do seu próprio negócio, quando na verdade precariza e deteriora os princípios do direito trabalhista”, opina Kaique Araújo, advogado no escritório Aparecido Inácio e Pereira.

Número de trabalhadores autônomos em aplicativos é alto no país

A pandemia escancarou ainda mais os diversos problemas sociais e estruturais presentes no país. Com a necessidade de se manterem ativos, muitos trabalhadores que perderam seus empregos durante este período viram no trabalho autônomo nos aplicativos uma maneira de ter o sustento necessário para o lar.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Centro de Análise e Planejamento (Cebrap) e pela Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), o país tem 1,6 milhão de pessoas trabalhando como entregadores ou motoristas de aplicativos.

“Esta categoria está hoje precarizada, com condutores realizando suas atividades sem segurança jurídica, trabalhando horas para angariar o mínimo de subsistência, o que demonstra quase um trabalho análogo à modernidade”, explica Kaique.

Exemplos de outros países podem ser seguidos

Nos últimos anos, decisões em vários países passaram a garantir ao trabalhador alguns direitos trabalhistas, como em Nova York, na qual foram aprovadas seis leis pelo conselho da cidade, que incluem salário mínimo, transparência sobre as gorjetas deixadas pelos clientes e licenças oficiais para trabalhar.

Já no Reino Unido, a Uber perdeu a batalha na Suprema Corte britânica e, após a decisão, passou a conceder salário mínimo, férias remuneradas e um plano de pensões aos mais de 70 mil motoristas do aplicativo. “O mundo se viu obrigado a criar leis e diretrizes para abranger o novo modelo de trabalho”, comenta o advogado.

Aposentadoria de profissionais autônomos preocupa

A falta dos direitos básicos, como salário estabelecido, férias, FGTS e INSS,  influencia diretamente não somente no presente do trabalhador, mas também no futuro. De acordo com o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas um a cada quatro motoristas e entregadores autônomos paga contribuição ao INSS.

“Provavelmente esses colaboradores terão que trabalhar até uma idade avançada, e a única forma de garantir os preceitos fundamentais de seguridade social e a conciliação das leis do trabalho, é por meio da CLT, que apesar de ser taxada como “retrógrada”, mostra-se extremamente necessária”, indica o especialista.

Os desdobramentos da situação entre Uber e as diretrizes de trabalho brasileiras ainda devem se estender por algum tempo, e a empresa já sinalizou que pretende oferecer R$ 30 por hora aos motoristas, mas ainda sem vínculo empregatício, o que manteria os profissionais sem as garantias definitivas das leis trabalhistas do país.

Dr. Kaique Souza de Araújo
Divulgação

Sobre o Dr. Kaique Souza de Araújo

Bacharel em Direito pela Universidade Nove de julho e pós graduado em Direito do Trabalho, além de inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil/SP sob o nº 475.299, faz parte do quadro de advogados do escritório Aparecido Inácio e Pereira.

  • Facebook
  • Share on X
  • LinkedIn
  • WhatsApp
  • Email
  • Copy Link

About the Author

Dennis Moraes

Administrator

Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

Visit Website View All Posts
** Os textos trazidos nessa coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal SB24Horas

Post navigation

Previous: Juninho Dias pede informações e estudos sobre a lei municipal de incentivo ao esporte
Next: Sinfônica de Piracicaba apresenta clássicos do jazz em Águas de São Pedro

Leia também:

crime ediondo - reality shows
  • 24 Horas
  • Política

Deputado quer proibir reality shows com condenados por crimes hediondos

Dennis Moraes 5 de maio de 2026
Da periferia à liderança: mãe atípica defende que maternidade e ambição podem andar de mãos dadas  A comunicadora e cofundadora do Instituto Iyalodês, Gabriela Bitencouth, guia mulheres para se tornarem líderes mais preparadas para o mercado   O protagonismo feminino, a construção de carreira e o fortalecimento de redes são os principais temas do Encontro da Casa Iyalodês – Conversas que potencializam mulheres pretas, que acontece no dia 09 de maio de 2026, no Auditório da Pina Luz, em São Paulo. A proposta é reunir mulheres de diferentes trajetórias para discutir caminhos reais de crescimento profissional, identidade e liderança.  Entre as vozes do encontro está Gabriela Bitencourth, cofundadora do Instituto Iyalodês. Comunicadora e estrategista de marca, Gabriela construiu sua trajetória a partir da periferia e atualmente, é Head de Operações em uma agência especializada em arquitetura e design, liderando processos que conectam posicionamento, identidade e resultado de negócio.  “O maior desafio não é escolher entre ser mãe ou profissional. É fazer com que o mundo entenda que não deveria existir essa escolha”, destaca. “Meu filho não me impede de crescer. Ele é parte do motivo pelo qual eu cresço”, conclui Gabriela.  No Instituto Iyalodês, é responsável pela comunicação e também atua como mentora de mulheres negras, contribuindo para o fortalecimento de trajetórias profissionais por meio de redes, troca e desenvolvimento de liderança.  Além da experiência profissional, Gabriela leva ao debate uma perspectiva atravessada por sua vivência como mãe atípica de um filho que utiliza bolsa de colostomia — uma dimensão que, embora não seja o foco do evento, aparece como parte concreta dos desafios enfrentados por muitas mulheres em suas trajetórias. “Ser mãe,  inclusive uma mãe atípica, nunca diminuiu minha ambição. Pelo contrário, deu ainda mais sentido ao que eu construo”, afirma.  No painel “Ser mãe e ser ambiciosa: por que isso não é conflito”, Gabriela aborda como a maternidade pode coexistir com o desenvolvimento profissional, sem ser tratada como obstáculo.  A programação do evento foi estruturada para equilibrar inspiração e aplicação prática, com palestras sobre temas como síndrome da impostora, identidade, liderança e ocupação de espaços, além de uma roda de conversa que promove troca direta entre participantes e palestrantes.  Estrutura para ampliar o acesso Como parte do compromisso com a inclusão, o evento conta com um espaço dedicado ao cuidado de crianças durante toda a programação, uma iniciativa que busca ampliar o acesso de mulheres que, muitas vezes, ficam de fora desses ambientes por falta de suporte.  “A sociedade ama bebês, mas quando chora, incomoda. Quando ocupa espaço, incomoda. Aos poucos a mãe começa a desaparecer e nasce uma ideia silenciosa: depois que você vira mãe, sua vida deixa de ser sua.”, afirma Gabriela.  A proposta reforça que a ampliação da presença feminina em espaços de desenvolvimento passa também por condições concretas de participação.  SERVIÇO Encontro da Casa Iyalodês – Conversas que potencializam mulheres pretas  📅 09 de maio de 2026  ⏰ Das 14h às 17h30  📍 Auditório da Pina Luz – São Paulo  🎟️ Gratuito  Inscrições: https://forms.gle/m2GZPRgXqz7GtmNq8  SOBRE O INSTITUTO IYALODÊS O Instituto Iyalodês é uma iniciativa voltada ao fortalecimento do protagonismo de mulheres negras e periféricas, com foco na ampliação do acesso a oportunidades de liderança e desenvolvimento profissional. A organização atua por meio de mentorias gratuitas, encontros formativos e construção de redes de apoio, conectando mulheres de diferentes trajetórias e territórios.  Inspirado na ideia de um “quilombo contemporâneo”, o Instituto promove espaços de troca, acolhimento e crescimento coletivo, partindo do princípio de que o desenvolvimento profissional acontece em rede. A iniciativa busca reduzir desigualdades estruturais e ampliar a presença de mulheres negras em espaços de decisão.
  • 24 Horas
  • Variedades

Da periferia à liderança: mãe atípica defende que maternidade e ambição podem andar de mãos dadas

Dennis Moraes 5 de maio de 2026
Sebrae-palestra-curso
  • 24 Horas
  • Região

Sebrae-SP promove “Gigantes do Digital” em Piracicaba para impulsionar vendas pela internet

Dennis Moraes 5 de maio de 2026
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity solidariedade Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping Vacinação vagas Vereadores
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente