Pereira homenageia Carla Bueno, da Rede Feminina de Combate ao Câncer, com Medalha Dona Margarida

O vereador Antonio Pereira (PT), por meio de propositura protocolada na Câmara, indica o nome da presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Carla Eliana Bueno, para receber a Medalha “Dona Margarida da Graça Martins – A Fundadora”. Nascida em São Paulo, ela veio para Santa Bárbara d’Oeste com a família ainda pequena, com alguns meses de vida. Filha de Leonel Bueno e Maria da Silva Bueno, ambos in memoriam, é casada com Aníbal Margato.

Em anexo à proposta, Pereira apresenta uma breve biografia da homenageada. Carla possui formação acadêmica em Administração de Empresas, com especialização em Análise de Sistemas. Trabalhou por 12 anos nas Indústrias Romi, oito anos na CPFL em Campinas e 14 anos em consultoria financeira para o Banco Bradesco, em Alphaville (SP). Sempre atuando na área de informática, concluindo sua carreira em 2013, como Gerente de Tecnologia da Informação, para o Banco Bradesco.

Desde 13 anos de idade participa de ações de responsabilidade social, tendo atuado em Grupo de Jovens em comunidade cristã; Grupo de Carceragem no cuidado com famílias de presidiários; Grupo de Evangelização em comunidade de Favelas e em Campanhas de mobilizações sobre qualidade de vida, na região da grande São Paulo. Atualmente, é Life Coaching, com certificação pela Florida Christian University, membro efetivo do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos das Mulheres e presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, em Santa Bárbara d´Oeste.

Cursa especialização em Serviço Social e Gerenciamento de Projetos Sociais, como requisito de sua maior intenção, que é atuar nas causas sociais de forma efetiva e profissional. Por estar Presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, trabalha, de forma comprometida, em ações de Prevenção ao Câncer, levando informações sobre a doença, direitos, estilo de vida; na construção de equipe multidisciplinar no cuidado aos pacientes; na garantia dos direitos de portadores da doença.

É sobrevivente de três recidivas de câncer, de base de língua, há sete anos, e hoje estuda a doença, seus riscos, sintomas, forma de diagnóstico e tratamento e, principalmente, as políticas públicas que atuem na garantia dos direitos de pacientes com câncer e faz disso sua maior missão de vida.

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