Nova Odessa terá arrastão contra o mosquito da dengue

A Secretaria de Saúde de Nova Odessa, por meio da Vigilância em Saúde, promove na quinta-feira (20/11) e na sexta-feira (21/11) um arrastão contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da Chikungunya. As ações integram a Semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue.

De acordo com o diretor de Vigilância em Saúde de Nova Odessa, Manuel Messias de Oliveira, as equipes percorrerão regiões da cidade e farão orientações de casa a casa. Também serão recolhidos possíveis criadouros do mosquito da dengue. “Está prevista a visitação de 5.300 imóveis, o que equivale a 28% dos imóveis do município”, ressaltou.

Serão visitados os bairros São Jorge, Vila Azenha, Santa Luiza 1 e 2, Terra Nova e os Jardins Fadel, São Francisco, Flórida e Nossa Senhora de Fátima, regiões que mais registraram casos de dengue na cidade.

Messias reforçou que serão entregues panfletos nas UBS (Unidades Básicas de Saúde) e faixas de informativas serão afixadas em prédios públicos. “Também haverá ações de capacitação a profissionais da Saúde e palestras para dirigentes públicos e população geral”, explicou.

DENGUE – A dengue é uma febre viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Entre os sintomas da dengue clássica, destacam-se febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas e erupções na pele, náuseas e vômitos, dores nos ossos e articulações. A doença também pode se agravar, se manifestando na forma da dengue hemorrágica. A orientação é que, ao apresentar qualquer sintoma da dengue, a pessoa deve procurar a UBS (Unidade Básica de Saúde) mais próxima da residência.

CHIKUNGUNYA – A febre Chikungunya é uma doença viral comum em certas regiões da África. Porém, nos últimos anos, casos foram diagnosticados em países da Ásia e Europa e, inclusive, em ilhas do Caribe e na Guiana Francesa. No Brasil também houve casos notificados. Os sintomas iniciais da doença são semelhantes à dengue: febre alta, dores de cabeça, musculares e nas articulações e manchas vermelhas na pele. Ao contrário da dengue, parte das pessoas infectadas pode desenvolver a forma crônica da doença com permanência dos sintomas que podem durar de seis meses a um ano.

 

Prefeitura de Nova Odessa

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