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Nova Odessa estuda fornecimento de água de reuso para indústrias

Redação 15 de julho de 2015 2 minutes read

A Coden (Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa) estuda a possibilidade de reutilização da água advinda do tratamento de efluentes na ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Quilombo por indústrias instaladas no município. A Companhia executa obra de adutora interligando a ETE ao Parque Industrial da cidade, que possui aproximadamente 210 empresas potencialmente consumidoras da água de reuso.

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A iniciativa é viável em termos de economia e sustentabilidade ambiental, tendo em vista a escassez da disponibilidade de água potável, seja a distribuída em rede pública ou a encontrada nos lençóis freáticos situados na região da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. As indústrias poderiam substituir o volume de água utilizado nos processos pela água de reuso para os mesmos fins. Portanto, reduziria o consumo de água, aumentando a oferta dela na cidade e região.

De acordo com o diretor-presidente da Coden, Ricardo Ongaro, a iniciativa colabora para a preservação do lençol freático, tendo em vista que a maioria das indústrias capta água através de poços artesianos e os mesmos vêm diminuindo gradativamente a capacidade do fornecimento do recurso hídrico. “A água de reuso é ambientalmente viável e uma possibilidade que estudamos”, sinaliza o dirigente da Companhia.

É citado como exemplo o projeto Aquapolo Ambiental, criado em 2010 com capacidade para produzir até mil litros de água de reuso por segundo para fins industriais e que abastecem as empresas do Polo Petroquímico de Capuava, na cidade de Mauá/SP. São 17 quilômetros de adutoras feitas pelo Aquapolo, resultado de parceria entre a Sabesp, que detém 49% das ações, e pela Foz do Brasil, empresa de soluções ambientais que é acionista majoritária, com 51%.

A possibilidade estudada é criar programa semelhante em Nova Odessa, fornecendo a água de reuso e cobrando pela utilização da mesma às indústrias que manifestarem interesse. O diretor da Coden frisa que o sistema independe da rede pública de água potável. “Caso essa experiência seja positiva e demande interessados, a água de reuso será fornecida em rede própria para o tratamento da mesma”, finaliza Ongaro.

 

 

Assessoria Coden

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