Nova Odessa: Alunos do SOS assistem palestra de prevenção à dengue


Laboratório itinerante da campanha “Dengue, nem vem que não tem” foi levado até sede da entidade em Nova Odessa

 

Alunos do SOS (Serviço de Orientação Social) de Nova Odessa aprenderam esta semana um pouco mais sobre a dengue e suas formas de prevenção. Eles participaram do projeto “Dengue, nem vem que não tem”, da Vigilância em Saúde e que realiza palestras de conscientização sobre o assunto. Desde que foi implementado, em abril deste ano, cerca de 2,4 mil pessoas já participaram da iniciativa.

 

Responsável pelo projeto na Vigilância em Saúde, Célia Maria Mometti Betini afirmou que 41 alunos da entidade participaram do projeto. “No primeiro semestre já tínhamos ido até a SOS e na ocasião falamos com 22 alunos. Agora, uma nova turma se formou e é importante que eles também sejam orientados”, disse.

 

Durante o projeto, os alunos assistiram a um vídeo e uma palestra, onde aprenderam mais sobre o mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, e as formas de transmissão. “Prevenir ainda é o melhor caminho e no caso da dengue a prevenção está diretamente ligada a não manter entulhos e outros materiais que possam ser usados como criadouros pelo mosquito jogados a céu aberto”, disse.

 

Célia ressaltou que o trabalho de conscientização é contínuo. “Estes alunos receberam as informações e esperamos que repassem a seus familiares. Precisamos da ajuda de todos para combater a doença”, disse.

 

Os alunos da SOS também puderam aprender sobre as diferentes fases do Aedes aegypti através de um laboratório itinerante que é levado junto do projeto e também esclareceram dúvidas. “Eles questionaram bastante sobre vacina contra a dengue, a questão dos testes com os mosquitos transgênicos. Foi um evento bem interessante, em que demonstraram muito interesse”, disse.

MAIS AÇÕES – Pioneiro, o projeto de conscientização das crianças sobre o combate à dengue não é a única iniciativa realizada em Nova Odessa para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Na cidade, são realizados frequentemente pela Vigilância em Saúde arrastões para coleta de possíveis criadouros do mosquito e também bloqueios químicos em bairros em que há casos da doença.

Foto: Osnei Réstio

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