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Limeira: Humanização no parto, doulas e banco de leite em novo hospital são questionados


Requerimentos foram lidos na Sessão Ordinária desta segunda-feira (29)

 

A construção de um novo hospital municipal em Limeira motivou a vereadora Erika Tank a questionar, por meio de requerimentos à Prefeitura, sobre questões ligadas à maternidade, humanização do parto, doulas e banco de leite no projeto.

Anunciado em fevereiro durante audiência pública, o novo hospital será construído por meio de uma Parceria Público Privada (PPP) e concentrará serviços de média e alta complexidade, além de abrigar também a Santa Casa.

A vereadora indagou se haverá uma ala de maternidade no novo local, quais as diretrizes adotadas no quesito de humanização ao parto e se existe a intenção de se fazer cadastro e treinamento de doulas para que realizem o acompanhamento de gestantes, além da estruturação para atuação dessas profissionais.

“A Maternidade de Campinas desde 2013 realiza o processo de cadastramento que permite entrada e atuação das doulas junto às mães e o objetivo é saber se o novo hospital terá essa preocupação”, reforçou Erika.

“É importante sabermos ainda se está prevista a construção de um Banco de Leite Municipal e, caso não haja, se há intenção de se estudar essa implantação, bem como as salas de apoio à amamentação”, lembrou. O Banco de Leite Municipal atuaria em conjunto com o Banco de Leite da Santa Casa, servindo de estímulo ao aleitamento materno e o acesso ao leite humano por parte das mães que possuem dificuldade na produção do alimento.

Já as salas de apoio à amamentação são destinadas à retirada e estocagem de leite materno durante a jornada de trabalho, com o objetivo de atender as mulheres que precisam retirar o leite durante o expediente, para oferecê-lo posteriormente à criança. “É uma forma de apoio às funcionárias e também às visitantes que amamentam, garantindo a saúde dos bebês e o bem-estar das mães, com estrutura que garanta a privacidade e o ideal acondicionamento do leite”, finalizou a vereadora.

Os documentos foram lidos na sessão da última segunda-feira, 29 de fevereiro, e seguem para a Prefeitura responder dentro do prazo regimental.

 

 

Assessoria de imprensa

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Dennis Moraes