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Empoderamento feminino: como ativar a força das mulheres?

Criadora da Jornada da Alma Feminina, Anna Patrícia Chagas explica como as mulheres podem se reconectar com o seu corpo e compreender o seu lugar de força.

De acordo com a psicóloga e consteladora sistêmica Anna Patrícia, referência em comportamento feminino, “o lugar de força de uma mulher é o seu útero, sua conexão com o seu corpo, reações, memórias e forças emocionais”. Assim, o útero é também o lugar de força e conexão das mulheres com seus filhos, mãe, avós e mulheres da sua linhagem.

“Tudo isso se dá através do útero. A mente, por sua vez, mente. Claro que a mente é importante na nossa adaptação, é o nosso computador. Através da nossa mente racional a gente consegue se adaptar, produzir pensar, é a força masculina em nós. Ela é muito importante, só que ela não é um lugar de morada”, explica Anna Patrícia.

Na prática, nosso corpo está permeado por nossas memórias de forma holográfica, ou seja, temos um registo fotográfico das nossas experiências, que nos possibilita recuperar essas memórias a qualquer momento. 

Todas as células do nosso corpo têm as memórias de tudo o que nós vivenciamos. Então, no campo do quadril feminino estão as memórias da nossa experiência feminina. “O nosso útero chora as nossas dores emocionais, o feminino ferido, de abandono, de abuso”, ela diz e complementa: “É por isso que a gente precisa tirar a obstrução entre o corpo e a mente. Muitas de nós temos uma obstrução entre o corpo e a mente. Quando alguma mulher chega para mim e diz ‘Anna, eu não sei o que eu quero ou o que eu preciso’, eu sempre digo que isso acontece porque há uma desconexão com o corpo. No corpo mora o sentimento, a intuição, minhas necessidades. Se eu estou desconectada do meu corpo, eu não sei o que eu preciso.  Não consigo me consultar, me ouvir”.

Nesse sentido, é essencial apostar nessa “volta para casa”. “Uma das coisas mais bonitas que eu trabalho com as mulheres é exatamente esse caminho de volta para casa. Esse processo se inicia através da escuta ativa, abrindo esse campo da escuta para si mesma. O que é que eu preciso hoje, o que me falta, do que eu tenho fome. Aí começa o caminho de reconexão e, para me reconectar, eu preciso estar no meu corpo”, conta ela.

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