Em resposta, Prefeitura de Limeira nega viabilidade de fornecer álcool em gel e máscaras para usuários do transporte público


Em resposta ao requerimento do vereador André Henrique da Silva (Tigrão), sobre a possibilidade de fornecimento de álcool em gel e máscaras para os passageiros de ônibus, a Prefeitura de Limeira afirmou que não há embasamento legal ou técnico-científico que justifique a iniciativa. O parlamentar demonstrou preocupação com a disseminação do vírus H1N1 na cidade.

“Há uma aglomeração de pessoas nos transportes públicos e, por ser um ambiente fechado, com contato corpo a corpo o tempo todo, há um maior risco de contágio do vírus H1N1, além do H3N2 e Influenza B”, alertou o parlamentar, ao explicar o pedido de informações encaminhado ao Executivo.

Segundo Tigrão, o cenário atual coloca a cidade em estado de atenção – uma morte confirmada de H1N1, um caso confirmado de H1N1, 75 notificações de casos suspeitos de Influenza e oito mortes suspeitas de Influenza. “O requerimento foi feito para que os usuários do transporte público tenham direito do álcool em gel e máscaras, como forma de evitar o contágio”.

Atendendo à solicitação do vereador, a resposta da Prefeitura informa a impossibilidade de distribuição “dos itens elencados, que justifique a vultosa oneração ao erário”. O documento é assinado pelo secretário de Mobilidade Urbana, Sebastião Pinto de Souza. O gestor da pasta se colocou à disposição do vereador caso haja necessidade de eventuais esclarecimentos para o tema.

 

 

Assessoria de imprensa

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