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Dress code: você sabe o que esse termo significa? Entenda

Existindo desde tempos antigos, o código de vestimenta é utilizado para padronizar as roupas de pessoas que frequentam um mesmo ambiente ou estão em determinada ocasião.

 

O mundo da moda possui várias nomenclaturas que podem permanecer pouco conhecidas para quem não trabalha nessa área. Uma delas é a expressão “dress code”, que se refere a um código de vestimenta que indica quais são os trajes para cada contexto, desde eventos sociais até faculdade e ambiente de trabalho.

 

Especialmente em ocasiões mais formais, o dress code é valorizado, pois padroniza os looks e faz com que as pessoas estejam em conformidade com o contexto ou o ambiente. Na prática, isso pode te fazer economizar tempo na hora de montar um visual para algumas ocasiões.

 

No entanto, existem algumas peças e cortes que costumam gerar dúvidas, como ocorre com as bolsas de couro, a meia arrastão, as blusas transparentes, as peças estampadas, os chapéus, as fendas e os decotes. Desse modo, confira, a seguir, algumas dicas para não errar no dress code.

Estilos

O código organiza algumas classificações de estilo, como o esporte fino, o esportivo, o social completo e o black tie. Conhecer minimamente essas nomenclaturas pode ser importante, sobretudo, se você precisa ir a uma ocasião formal que colocou o dress code no convite do evento.

 

Roupas esportivas não são voltadas para quem vai praticar atividades físicas, sendo solicitadas em ocasiões mais informais, como aniversários e churrasco, ou seja, elas representam um estilo descontraído, mas contido. A lã é um tecido bastante comum em peças nesse estilo.

Já o esporte fino (ou alto esporte) é um look mais formal, que costuma ser pedido em eventos culturais requintados, no trabalho ou em coquetéis. Alguns exemplos desse estilo são vestidos simples e midis, terninhos, pantalonas e túnicas, além de sapatos de salto médio ou alto.

Roupas do tipo passeio completo são adequadas para ocasiões como casamentos e formaturas, sendo compostas por vestidos longos ou tailleurs. É comum que essas peças tragam brilhos e decotes, sendo acompanhadas de salto alto e bijuterias mais finas, com direito a maquiagem e penteado caprichado.

Por fim, o black tie é o nível mais alto da elegância e do glamour, sendo recomendado para festas de gala, feito de tecidos sofisticados, como seda, tafetá, cetim e chiffon. Esse é o visual impecável em todos os detalhes, sendo tradicional preparar penteados para cabelos presos.

Autenticidade

É verdade que a busca por autenticidade tem sido cada vez mais valorizada no mundo da moda, já que ela é o elemento que estrutura a segurança transmitida pela pessoa que veste as roupas e os acessórios. Essa tendência cresceu especialmente nos últimos anos, com o fortalecimento das vestimentas sem gênero.

Contudo, dominar o básico do dress code pode ser importante, em especial, para ocasiões formais. Vale lembrar que esse código não aprova somente roupas formais, mas enfatiza a necessidade de adaptação para cada contexto.

Embora a origem desse código de vestimentas começou tendo o objetivo de diferenciar plebeus e nobres, sendo que a cor púrpura, na antiguidade, era restrita à nobreza e ao alto clero, hoje, o dress code pode ser aplicado por qualquer pessoa, nas mais diferentes ocasiões.

É importante mencionar que o dress code foi sendo ampliado ao longo dos anos e se tornou mais flexível em comparação ao passado. Contudo, em ambientes de trabalho, essa flexibilidade costuma ser reduzida, já que o profissional se torna um representante da marca, definindo a imagem que deseja passar aos clientes.

Sobretudo, na última década, o surgimento de startups levantou questões sobre a necessidade de manter um look 100% social o tempo todo, chegando a liberar visuais mais descolados na sexta-feira. Inclusive, algumas passaram a liberar o uso de chinelos e até pijamas se os funcionários assim quiserem e se sentirem mais confortáveis.