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Covid -19 e a contaminação em condomínios

Atualmente a popularização dos sistemas de controle de acesso em condomínio se tornou muito comum, principalmente a utilização dos leitores biométricos, que se mostraram como o meio de acesso mais robusto por impossibilitar a transferência da portabilidade de credenciais e garantir o registro preciso de quem está acessando, mas com a chegada do novo corona vírus tal tecnologia foi colocada em xeque, pois há vários meses os especialistas cansadamente falam na importância da higienização constante das mãos para evitar a disseminação do vírus, e para acioná-los é preciso realizar o toque do dedo no sensor, com isso muitas dúvidas e outros problemas surgiram: O que fazer com os leitores biométricos? Em alguns condomínios houveram até a possibilidade de desabilitar os sistemas, mas como fazer para deixar os portões em funcionamento? O que fazer nestes casos? É realmente um ponto de contaminação? Podemos substituir por outra coisa?

Pois bem, para responder estas questões perguntamos ao Especialista em Automação de condomínios Eduardo Cristiano Calça sobre o tema:

“O uso de leitores biométricos é um recurso muito utilizado e importante para os condomínios, pois as digitais como todos sabemos é intransferível, o que aumenta muito o nível de segurança que antes era controlado por senhas, chaveiros ou por porteiros, que muitas das vezes na melhor das intenções deixavam os condomínios expostos à falhas e consequentemente à invasões. O objetivo dos controladores é registrar quem entra e quem saí do condomínio, garantindo assim a segurança e as estatísticas para tomada de decisões. O fato é que realmente o leitor biométrico trouxe este problema da possibilidade de contaminação, pois é preciso tocar o sensor para a leitura e acionamento, mas não é motivo de muita preocupação, pois pode ser facilmente contornado com o posicionamento de dispensadores de álcool gel do lado para que as pessoas se higienizem após utilização, porém, além deste problema que veio à tona, a biometria apresentam outras falhas, como por exemplo a falta de digitais em algumas pessoas que ao longo do tempo vão perdendo nas atividades diárias, ou por má posicionamento do dedo, sujeira, etc., por estes motivos, o importante no momento da instalação destes sistemas de automação é incorporar outras tecnologias para que estes problemas sejam contornados ao longo do tempo e dos problemas que vão surgindo. Atualmente os leitores biométricos entraram em uma fase de desuso, principalmente com o surgimento do covid-19, que acelerou a popularização dos leitores faciais, que além de não exigirem contato físico foram aperfeiçoados com todas as tecnologias necessárias para o atendimento e controle dos usuários do condomínio, neles já é possível utilizar todos os recursos de reconhecimentos e controles disponíveis, como senhas, RF-id, biometria,  reconhecimento facial, verificação da presença de máscaras, medição de temperaturas e a interfonia que se tornou digital reduzindo drasticamente os problemas na comunicação. O leitor facial reduziu o índice de falhas que chegava em alguns casos de 30% nas leituras biométricas pelos problemas já explanados. Então o ideal é que quando forem instalar sistemas de controle de acessos em condomínios seja feito um estudo detalhado considerando as características do local e todas as falhas possíveis para que sejam controladas e que a segurança não fique comprometida, como pode-se observar em muitos locais que engessam as tecnologias disponíveis ou especificam os equipamentos incorretamente gerando efeitos colaterais e o upgrade dramático, em alguns casos a necessidade de refazer toda a infraestrutura já instalada”.

Contudo, é recomendado que não se desative os leitores biométricos, pois os riscos de contaminação são os mesmos que a utilização de carrinhos nos supermercados por exemplo, que é minimizado com cuidados básicos de higienização das mãos após o uso, pois é muito importante manter a segurança das pessoas neste momento, ainda mais porque sabemos que estes novos hábitos vieram para ficar, portanto o recomendado é que sejam instalados dispensadores de álcool próximo a estes equipamentos e que a limpeza se torne mais constantes.

 

 

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