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Contratação no setor da construção civil na Região de Campinas ganha força, mesmo fechando o primeiro bimestre negativo

Redação 28 de março de 2018 4 minutes read

A construção civil na Região Metropolitana de Campinas (RMC) fechou 334 postos de trabalho no primeiro bimestre de 2018, segundo dados oficiais Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado de janeiro e fevereiro deste ano foram admitidos 3.433 trabalhadores com carteira assinada e demitidos 3.767. Porém, os números mostram que o setor continua o processo de retomada verificado no final do ano passado, quando encerrou o ano com 24.086 contratações e 25.315 demissões, um saldo negativo de 1.229 vagas fechadas.

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De acordo com os dados disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego em sua página oficial, no acumulado de janeiro e fevereiro, dos 20 municípios que formam da RMC, dez encerraram o período com saldo positivo. Campinas teve o melhor saldo, com 109 vagas criadas, seguida por Monte Mor (66) e Jaguariúna (31). Em Engenheiro Coelho o saldo foi de zero, enquanto Morungaba não teve registro de movimentação.

 

Por outro lado, sete municípios encerraram o bimestre no vermelho. Sumaré lidera com 206 vagas fechadas, seguida por Americana (102), Paulínia (95) e Indaiatuba (81).

 

SALDO ACUMULADO NO PRIMEIRO BIMESTRE

CidadeAdmissãoDemissãosaldo 
Americana381483        –  102 
Artur Nogueira322408 
Campinas1.2711.162           109 
Cosmópolis73148           – 75 
Eng. Coelho1100 
Holambra685702 
Hortolândia11902 
Indaiatuba275356         –   81 
Itatiba18017208 
Jaguariúna1138331 
Monte Mor24217666 
Morungaba    
Nova Odessa424101 
Paulinia205300         –   95 
Santa Bárbara1108327 
Santo A. Posse3036        –    06 
Sumaré280486        –  206 
Valinhos57104        –    47 
Vinhedo624814 
     
Saldo3.4333.767334 

 

 

FEVEREIRO

Segundo o Caged, no mês de fevereiro os 20 municípios da Região Metropolitana de Campinas admitiram 1.397 trabalhadores no setor da construção civil, e demitiram 1.917 pessoas, o que resultou em saldo 520 vagas fechadas, número inferior a dezembro do ano passado: 1.124 admissões, 1.883 demissões e, saldo de 759 vagas fechadas.

 

Em nove municípios houve mais demissões que admissões, seis tiveram saldo positivo e três com saldo zero (Engenheiro Coelho, Jaguariúna e Santo Antônio de Posse). (veja quando abaixo)

 

Dados de Fevereiro de 2018

CidadeAdmissãoDemissãosaldo 
Americana132251– 119 
Artur Nogueira1432– 2 
Campinas64656977 
Cosmópolis2386– 63 
Eng. Coelho000 
Holambra734 
Hortolândia734 
Indaiatuba112128– 16 
Itatiba72113– 41 
Jaguariúna43430 
Monte Mor4398– 55 
Morungaba    
Nova Odessa2130-9 
Paulinia57161– 104 
Santa Bárbara453015 
Santo A. Posse20200 
Sumaré101264– 163 
Valinhos2466– 42 
Vinhedo302010 
     
Saldo1.3971.917520 

 

 

Para o presidente da Habicamp – Associação Regional da Construção de Campinas e Região, Francisco de Oliveira Lima Filho, o que se constata nos números do Caged é que o movimento de retomada do setor, verificado já no final de 2017, continua de pequena alta, mas constante. “Ainda está muito distante do que o setor deseja, mas este ritmo de crescimento deve se manter ao longo deste ano e até melhorar ainda no final deste primeiro semestre, quando serão iniciadas as obras do empreendimentos que já estão sendo lançados nas cidades da região”, explica.

 

 

Oliveira Lima lembra que a previsão do setor da construção na RMC para 2018 é de um crescimento de 2% sobre a comparação com 2017, com retomada de lançamentos e início de novas obras habitacionais e industriais, uma vez que vários empreendimentos lançados no segundo semestre de 2017 começam a sair do chão ao longo do primeiro semestre de 2018.

 

Outros três pontos destacados pelo presidente da Habicamp é a reforma trabalhista, cujos efeitos no tocante à contratação começarão a ser sentidos neste ano, o aumento de recursos da Caixa Econômica Federal (CEF) para financiamento de imóveis, com um adicional de R$ 15 bilhões em todo o Brasil, e a queda das taxas de juros para financiamentos imobiliários. Isso tudo traz melhores expectativas para o setor imobiliário.

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