Skip to content
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
Primary Menu
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Política
  • Região
  • Brasil / Mundo
  • Feiras Livres
  • Cultura
  • Auto Motor
  • Dennis Moraes
  • Social
  • Saúde
  • Opinião
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • Saúde

Como o excesso do tempo de telas prejudica crianças e adolescentes

Dennis Moraes 13 de março de 2023 4 minutes read
Telas em excesso - Foto de Ron Lach - Imagem Pexels

Telas em excesso - Foto de Ron Lach - Imagem Pexels

Compartilhe essa notícia!

Por Psicopedagoga Ester Chapiro

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

 

Não é novidade a preocupação dos especialistas com o tempo de permanência da criança frente às telas. Os pequenos desde cedo têm dominado o uso desses dispositivos e muitos até já possuem seu próprio aparelho. Para os pais, trata-se de um momento de tranquilidade, deixar a criança se distrair, fazendo algo com tanto interesse. Aparentemente, é algo inofensivo. Mas na verdade, isso pode gerar vários prejuízos ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

 

A exposição prolongada às telas de games e redes sociais pode provocar diversos danos à saúde física e mental dos jovens, como, por exemplo, na visão, na postura e no desenvolvimento físico, na qualidade do sono, na hiperatividade e na irritabilidade; na atenção e concentração, no risco do aumento de obesidade. Além disso, pode provocar transtornos na saúde mental: como ansiedade, depressão e baixa autoestima, devido à exposição à violência, ao bullying e à pressão nas redes sociais. Todos estes fatores influenciam o desenvolvimento e logo afetam o rendimento escolar.

 

O grande desafio é estabelecer limites de tempo, intercalando o tempo de tela com momentos de interação social, estudos, leituras de livros e atividades físicas de lazer, só assim é possível prevenir tantas consequências negativas. Vale frisar que nada em excesso faz bem.

 

A Sociedade Brasileira de Psiquiatria (ABP), por exemplo, trouxe uma recomendação importante: restringir totalmente o acesso às telas em crianças menores de dois anos.

 

Dos três aos seis anos, os especialistas indicam que é possível flexibilizar o uso de dispositivos eletrônicos por um período entre 30 minutos e uma hora, sempre com a supervisão de um adulto.

Psicopedagoga Ester Chapiro

Já do sexto ao décimo ano de vida, os pais já podem ampliar um pouco mais o limite. Lembrando sempre da necessidade do acompanhamento de um responsável.

 

No entanto, mesmo com mais idade, a supervisão deve continuar. Infelizmente, há casos em que os pais não conseguem, por algum motivo, controlar e limitar o uso de dispositivos eletrônicos e só acabam percebendo que há um descontrole quando as consequências são perceptíveis, já trazendo alguns prejuízos de ordem social, familiar ou escolar.

 

Por isso, fique atento aos sinais que são mais comuns: quando há a substituição do dia pela noite, falta de rotina, ausência nas atividades com a família e nas refeições, rejeição de atividades interativas, apatia, além do mais alarmante, a queda no rendimento escolar.

 

Nestes casos, uma avaliação com profissional pode ajudar a dar clareza e trazer soluções ao problema. Com diagnóstico correto é possível intervir e encontrar soluções adequadas, ajudando a criança e sua família a modificar hábitos e pensamentos para construir novos e melhores comportamentos.

 

Realmente, essas tecnologias vão continuar fazendo parte da rotina das pessoas. Para sermos sinceros, é muito difícil, hoje, viver sem elas. Porém se forem utilizados na medida certa, essas ferramentas trazem muito mais benefícios que prejuízos.

 

Os jovens precisam perceber, sentir e aprender que o prazer efêmero provocado pelo uso dos eletrônicos, pode ser substituído por outros que provocam uma felicidade real e bem mais duradoura. Portanto, ajude seus filhos a usarem melhor o tempo.

 

Com mais de 30 anos de sólida vivência na área educacional, Ester Chapiro é psicopedagoga, Especialista em desenvolvimento humano, educadora, Coach, analista comportamental, Consultora Pedagógica e Palestrante. É diretora da Central de Professores (https://www.centraldeprofessores.com.br/), especializada em aulas particulares, reforço escolar, acompanhamento para concursos e coaching para adolescentes e adultos.

 

(Os comentários são de responsabilidade do autor, e não correspondem à opinião do SB24Horas)

About The Author

Dennis Moraes

https://dennismoraes.com.br/

See author's posts

Compartilhe essa notícia!

Post navigation

Previous: Como saber se a mulher está sendo vítima de stalking?
Next: Estiagem e excesso de chuvas podem afetar qualidade da soja e atrasar o plantio do milho, alerta Conab

Relacionadas

Psoríase
  • Saúde

Psoríase exige atenção aos sinais do corpo e tratamento adequado

Dennis Moraes 14 de janeiro de 2026
IMAGEM-REPRESENTANDO-PROBLEMAS-NA-GARGANTA_
  • Saúde

Dor de garganta no verão é normal? Otorrinolaringologista explica 

Dennis Moraes 7 de janeiro de 2026
31830d31-8817-4b5c-a291-d91dbf7b957e
  • 24 Horas
  • Saúde

Ex-Miss Bumbum relata complicação grave após tatuagem e diz que quase precisou amputar a perna

Dennis Moraes 5 de janeiro de 2026
  • Quem Somos
  • Expediente
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião Paiva Netto PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping tratamento Vacinação vagas Vereadores

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Fale Conosco