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Como fazer um planejamento financeiro simples e útil

O mecanismo é essencial para qualquer pessoa que deseja organizar e aumentar os rendimentos.

O planejamento financeiro, com nome autoexplicativo, se define como uma ferramenta de administração econômica, concentrada no processo organizacional – e pauta-se em situações financeiras, esclarecendo e orientando metas.

 

Em outras palavras: é um plano para resolver problemas e apontar caminhos sensatos. Seja um planejamento para investir, uma programação para aliviar as despesas ou simplesmente para controle fiscal, o planeamento é fundamental para qualquer conteúdo financeiro.

 

A tarefa requer paciência e disciplina, porém os resultados são significativos, influenciando até mesmo na qualidade de vida. Seguindo alguns passos e adotando técnicas conhecidas é plenamente possível articular suas despesas, controlar o fluxo de caixa e atingir a liberdade financeira.

 

A promessa é garantia de equilíbrio no futuro, mesmo que seja necessário aguentar algumas dificuldades.

 

Princípios básicos

Não se trata apenas de cortar gastos, economizar e investir. Um bom planejamento é capaz de propiciar as garantias materiais necessárias para um bom aproveitamento da vida, fornecendo ainda garantias para eventuais imprevistos e adversidades.

 

Muitas vezes, o comportamento ansioso e de desejos imediatos – provocado pelo consumismo – contribui para o surgimento de três princípios que devem ser percebidos e eliminados o quanto antes:

 

Ausência de controle financeiro

É impossível memorizar todos os gastos e dividendos mensais. Muitas pessoas ignoram a análise minuciosa dos gastos, deixando passar despesas supérfluas.

 

Descuido com possíveis eventualidades

Um bom planejamento não significa viver no limite do orçamento (em que não se deve, porém, não se sobra. Nossa rotina é passível de inúmeros imprevistos, sendo necessário possuir reservas complementares.

 

Necessidade e ambição

Diferenciar “querer” de “precisar” – e principalmente de “poder” – é fundamental para controlar sua saúde financeira. Comprar por impulso, adquirindo itens desnecessários, é um comportamento que deve ser corrigido.

 

Fazendo um planejamento

A primeira etapa é situar sua condição financeira atual, definindo, a partir dela, seu balanço mensal. Utilizando o recurso mais confortável (papel e caneta, planilha, aplicativo…), anote exatamente tudo que entra e sai do seu orçamento.

 

Essa atividade pode parecer desagradável e repetitiva, mas é essencial para conceber e dar continuidade ao planejamento. Por isso, tome nota de qualquer despesa, mesmo que mínima, assim como de todos os rendimentos.

 

O próximo passo é traçar objetivos. Tendo em mãos a planificação, com apontamentos gerais (ganhos, gastos e dívidas), você será capaz de, segundo o levantamento, visualizar o melhor caminho a ser tomado.

 

Uma boa dica é separar as metas em dois grandes grupos: curto – possível de ser realizado dentro de um ano –  e longo prazo  –  que ultrapassa o período anterior. Após delinear as finalidades, tendo incluído todas as pessoas agregadas à renda e despesa, o controle passa a ser mais concreto e inteligível, clareando cada vez mais ao longo do tempo.

 

Educação financeira

A manutenção do planejamento deve ser realizada constantemente, aprimorando e adaptando-o conforme as alterações e imprevistos. Nesse quesito, é importante adquirir conhecimentos acerca dos editoriais economia e finanças – o que não falta é conteúdo disponível, como livros, filmes, séries…

 

Após alinhar seus acompanhamentos periódicos é necessário se livrar das dívidas. O método mais aplicado, e com boa taxa de sucesso, é conhecido como “bola de neve”.

 

Ele consiste em liquidar todas as dívidas, mas começando pelas menores. O contentamento psicológico gerado pela quitação de um déficit, mesmo que pequeno, é suficiente para nos motivar a continuar o processo.

 

É importante ressaltar que, durante o período de desendividamento, a atenção à contenção de gastos deve ser redobrada.

 

Coloque, assim, como prioridade: alimentação, saúde, vestuário e moradia. Acostumando-se a viver abaixo da sua condição financeira você estará preparado para ocasionais quedas orçamentais, além de poupar um pouco mais.

 

Gerando lucros por intermédio do planeamento

Depois de expulsar o fantasma da dívida, dando continuidade à análise e implementação do planejamento, o momento é de investir. Aplicar seus  capitais, significa fazer com que seu dinheiro trabalhe para você, gerando lucros e maiores rendimentos.

 

Investimentos de baixo risco são mais indicados para começar, principalmente após uma recuperação financeira – poupança, Tesouro Selic, fundos de renda fixa conservadora, etc.

 

A renda passiva, aquela gerada por ativos ou bens, é a melhor maneira de aumentar seus rendimentos.

 

Um processo ininterrupto

O mais importante fator é a consistência! Não adianta seguir um planejamento firme e controlado em um mês e não aplicar nenhuma das orientações no mês seguinte.

 

A reavaliação mensal de metas, objetivos e análise completa dos gastos, dívidas e receitas são processos que não devem cessar. Lembre-se: determinação e coerência com seus negócios podem conduzir à mudança permanente do seu orçamento.

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