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Como escolher o melhor provedor de hospedagem do seu site

Já não é possível ignorar a importância da esfera digital nos dias que correm, seja para uma empresa ou mesmo para alguns projetos pessoais. Em todos esses casos, marcar presença na internet é algo que começa pela escolha do melhor serviço de hospedagem de site.

Esse tema é um pouco polêmico, pois não é raro ver alguns usuários investindo pesado na construção do website, e economizando na hora de escolher a hospedagem.

Uma boa comparação é dizer que não adianta muito investir em um carro caríssimo e depois instalar as piores rodas e pneus, colocando todo o veículo em risco.

Na área de informática, é possível utilizar um exemplo parecido: é comum os usuários investirem muito nas peças de desempenho de multimídia, e economizarem na fonte de alimentação, sendo que ela é que dá sustentação para o funcionamento do conjunto.

Falando agora sobre um website, são várias as opções de criação, indo desde um blog, até um site institucional, ou uma ferramenta online com funções complexas de venda online e interação ao vivo com o público.

Em todos os casos, você precisa ter segurança quanto à hospedagem, já que é ela que garante a questão da estabilidade do serviço, bem como as questões de transferência, de carregamento, de armazenamento e de outros serviços técnicos imprescindíveis.

O que está em risco é o seu website viver “caindo”, ou seja, saindo do ar. Ou ainda ocorrer lentidão quando ele for acessado por muita gente. 

Além da possível perda de arquivos (como e-mails que você venha a receber no seu domínio), e daí por diante.

Portanto, se você quer compreender melhor como funciona esse universo, e quais são os critérios principais a levar em conta na hora de decidir pela melhor hospedagem, siga conosco na leitura deste breve artigo.

Os primórdios da hospedagem compartilhada

Como vimos, a questão da hospedagem responde a um pergunta muito séria, que é a seguinte: a qual empresa eu vou confiar o meu website, seja ele um blog ou uma grande plataforma de e-commerce?

Junto a isso é bem provável que surja uma dúvida sobre valores de investimento. De fato, não é difícil imaginar que algumas décadas atrás, no começo da popularização da internet, os pré-requisitos indispensáveis para manter um site eram bem caros e pouco acessíveis.

Mas, isso mudou bastante nos últimos anos, especialmente graças ao conceito de hospedagem compartilhada. 

Antes, para colocar no ar um simples blog sobre as atividades de uma oficina mecânica completa, era preciso contar com:

  • Um endereço de IP dedicado;
  • Várias licenças de sistema;
  • Uma infraestrutura geral de rede;
  • Um servidor e um programador;
  • Entre outros pontos.

Com o tempo, as empresas que tinham toda essa estrutura, simplesmente, começaram a compartilhá-la, de modo a subir páginas e sites que não os seus, e cobrar por isso.

Esse foi o primórdio dos serviços mais modernos de hospedagem, que consistem na terceirização, por assim dizer, de toda essa estrutura, sem a qual não pode haver um website.

No fundo, é como se cada plataforma de hospedagem fosse um imenso espaço virtual, cheio de contas diferentes. 

Assim, o site de um despachante CNH cassada e o da oficina mencionada acima, desfrutam das mesmas instalações, embora com domínios distintos.

Isso é que barateou o serviço e tornou a internet acessível à maioria das pessoas, não apenas no sentido de navegabilidade, mas também de presença e criação de sites.

Quais os principais tipos de hospedagem?

Mesmo que a criação e hospedagem de sites seja facilitada, é fundamental compreender que existem vários modos de recorrer a esse serviço.

O que vai ditar qual o melhor provedor para sua empresa é, justamente, a demanda do seu negócio e o formato de website de que você precisa.

É preciso tomar cuidado, ler e se instruir. Até porque, é possível pagar muito caro em algo que não é necessário, bem como deixar passar soluções gratuitas que atenderiam muito bem à sua demanda.

Certamente, um site informativo sobre os serviços de retifica de motor fusca não tem as mesmas necessidades que uma plataforma de e-commerce que lida com centenas de produtos em estoque, com sistema de pagamento online e despacho automatizado.

Hoje as principais modalidades de hospedagem são as seguintes:

  • Hospedagem compartilhada;
  • Hospedagem permanentemente gratuita;
  • Hospedagem promocional (inicialmente gratuita);
  • Hospedagem por servidor dedicado;
  • Hospedagens Cloud, VPS ou Colocation.

Os termos mais técnicos remetem a serviços customizados, como o de tipo Cloud, por exemplo. 

Neste caso, um comércio que lida com vários tipos de serviços pode pagar conforme o uso que fizer dos aspectos técnicos do seu provedor.

Assim, sazonalmente poderá economizar no investimento, e quando fizer uma campanha de marketing digital sobre instalação do kit GNV 5 geração, por exemplo, irá gerar muito mais tráfego e demanda, dessa forma, pagando um valor maior em termos de hospedagem.

A sigla VPS é uma abreviação em inglês para Servidor Privado Virtual, que é um meio termo entre o servidor dedicado, o mais caro de todos, e o compartilhado. É uma customização de serviço que permite um serviço melhor, ainda com preço acessível.

A modalidade Colocation é ainda mais específica e customizada, na qual o cliente tem um datacenter em seu domínio, internalizando totalmente o servidor.

Pense no curto, no médio e no longo prazo

Os exemplos dados acima servem para demonstrar como a empresa precisa compreender seriamente qual a sua demanda, antes de escolher um provedor para o seu site.

Além de compreender quais sãos as demandas em termos de navegabilidade, uma dica fundamental é levar em conta o elemento escalonável (ou escalável, como dizem) da sua jornada empreendedora.

De fato, uma oficina que inicia de maneira modesta, fazendo apenas serviços na área de câmbio e freio a ar de caminhão, pode vir a crescer exponencialmente, e aumentar seu portfólio para freios e câmbios de carros, motos e afins.

Por isso, indica-se que os recursos, tanto de hardware quanto de software do provedor, sejam muito bem analisados para evitar transtornos futuros.

Se o seu negócio for escalonável, e o servidor não tiver soluções que apontem nessa direção (como a possibilidade de hospedar com folga um futuro e-commerce customizado), é melhor evitar a parceria e recorrer à outras soluções.

Isso remete ao fator essencial na decisão por um provedor: o chamado uptime, ou “disponibilidade”. Existe uma nota técnica que aponta quanto tempo o provedor é capaz de garantir que suas páginas estarão online – o ideal é que não fique abaixo de 99%.

Pode parecer exagero, mas até os grandes motores de busca medem a relevância de um site por esse fator, deixando de indicá-lo caso ele costume ficar fora do ar.

De fato, nada é mais frustrante na experiência de navegar, do que buscar por um compressor de ar a diesel, por exemplo, necessitando de informações urgentes sobre esse equipamento, e as páginas simplesmente não carregarem, não é verdade?

Como medir o Sistema de Gerenciamento?

Falamos bastante sobre armazenamento e tráfego. Porém, é preciso ficar atento: há servidores que trabalham com um teto de tráfego permitido, e após uma quantidade específica de acessos, passam a cobrar à parte, como se fosse um pós-pago.

Também falamos sobre carregamento, e é preciso ser igualmente criterioso nesse tocante. De fato, os motores de busca também priorizam os sites que carregam mais rápido.

O foco deles sempre é promover uma experiência boa para quem pesquisa. Assim, se a pessoa busca por disco de freio iveco daily 3510, por exemplo, mas a página demora muito para fazer o carregamento, é possível que a pessoa opte por outro motor de busca.

Para ter certeza de que você não ficará de fora dos melhores buscadores, garanta que seu provedor de hospedagem tenha um bom índice de carregamento.

A mesma regra vale da porta para dentro: escolha um provedor que tenha um Sistema de Gerenciamento bastante ágil. Trata-se dos bastidores, onde você irá configurar e reconfigurar sua página constantemente.

Certamente, você não ia querer ficar o dia inteiro esperando para fazer uma atualização promocional na sua página de disco de freio iveco daily 35s14. Afinal, até o gerenciamento do site responder, quantas oportunidades você não teria perdido?

Por dentro do mercado de provedores

O ramo de provedores de hospedagem cresceu muitos nos últimos anos. Hoje, as soluções mais conhecidas são as seguintes:

  • Hostinger;
  • WebLink;
  • UOL HOST;
  • Hostgator;
  • GoDaddy;
  • HostMídia.

Após as dicas dadas acima, não será difícil identificar qual a melhor para a sua necessidade de curto, médio e longo prazo.

Também assim, a lista acima está em ordem de popularidade, de modo que a primeira não é necessariamente a que melhor vai atendê-lo.

A Hostinger, por exemplo, tem excelentes serviços em termos de custo-benefício, mas não tem compatibilidade com alguns sistemas onlines.

A WebLink, por sua vez, acompanha a qualidade da anterior, mas não fornece mais que um site no seu plano básico.

Já a última da lista, a HostMídia, é conhecida por prover alguns recursos ilimitados, além de contar com suporte técnico tanto por chat quanto por telefone.

Em todos os casos, o que vimos são as dicas mais valiosas a respeito de como escolher o melhor provedor de hospedagem, baseado nas demandas personalizadas do seu site, e não em critérios genéricos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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