Celso Ávila questiona Prefeitura sobre acolhida de haitianos no Município

O vereador Celso Ávila (PV), por meio de requerimento de informações, questiona a Prefeitura sobre a acolhida dos haitianos em Santa Bárbara d´Oeste. O vereador destaca que, depois do terremoto de 2010 no Haiti, foi desencadeada uma grande onda de emigração naquele País e o Brasil passou a ser um dos destinos preferenciais dos imigrantes. “A presença dos haitianos no município barbarense já é perceptível”, afirmou o vereador, antes de apresentar os questionamentos.

 

No requerimento, ele indaga se o Poder Executivo tem conhecimento da presença desses cidadãos no município e, em caso positivo, desde quando. Celso Ávila também pergunta se o Poder Público já tem um levantamento de quantos haitianos estão no município e qual é posicionamento da Administração Municipal em relação à presença destes haitianos, como em no atendimento dessas pessoas com relação ao acolhimento desses imigrantes quanto à documentação, ao encaminhamento a vagas de empregos, ou à doação de alimentos e roupas, assim como em questões relacionadas à alfabetização.

 

Ainda no requerimento, Celso Ávila pergunta se os órgãos públicos de Santa Bárbara d´Oeste já tiveram alguma iniciativa para receber esses cidadãos e desenvolver estudos emergenciais para ouvir e conhecer as histórias de vida, assim como avaliar a possibilidade de inserção dos haitianos em atividades produtivas em nossa sociedade. Por fim, o vereador questiona se existe a possibilidade de a Prefeitura informar e esclarecer adequadamente a opinião pública barbarense sobre o conjunto de fatores que estão gerando a imigração de haitianos.

 

Na justificativa do pedido de informações, o vereador afirma que, em razão da crise humanitária provocada pela catástrofe de 2010 no Haiti, o governo brasileiro abriu uma exceção a esses imigrantes, concedendo-lhes um visto diferenciado. “Já é possível constatar a presença destes homens por Santa Bárbara e pelas cidades da região, homens que estão em idade entre 18 a 55 anos, considerados em idade ativa, em busca de um trabalho que lhes possa garantir cidadania e, assim, reconstruir a vida após o terremoto de 2010”, afirmou.

Redação Câmara SBO

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