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Cannabis: como a erva passou de proibida a queridinha no mercado financeiro?

Redação 21 de março de 2021 4 minutes read

Especialista em finanças, César Karam, explica como o mundo passou a olhar a maconha como grande potencial de rentabilidade e detalha como e quando é o momento de investir no produto

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A liberação do uso da maconha ainda é um tabu em muitos países. No Brasil, apesar das inúmeras possibilidades que a planta oferece, seu uso ainda é restrito por estar fortemente associado ao consumo de drogas ilícitas. Mas, para além da discussão sobre a legalização da cannabis no país, um ponto que tem chamado a atenção sobre a erva é a rentabilidade que ela pode gerar no mercado financeiro.

 

Sim, investir em maconha pode render muito dinheiro. Quem faz a afirmação é o consultor financeiro César Karam, que explica quando, como e com quanto dinheiro é possível começar a investir nas ações da cannabis de maneira legal e eficaz.

 

“Quando falamos do investimento na cannabis, acreditamos, principalmente, no seu potencial terapêutico para tratar problemas específicos, como dores crônicas, estresses pós traumáticos, epilepsia, fibromialgia, esclerose, perda de peso e até problemas com apetite. Isso, sem contar no uso para produtos cosméticos, como já é um boom na Europa, e ainda do uso do cânhamo na construção civil, e até mesmo na indústria de tecidos”, detalha.

César Karam

De acordo com Karam, o número de ações na carteira chega a 40, e elas estão concentradas em três principais países: Canadá (55%), Estados Unidos (27%) e Inglaterra (10%). Em países onde a planta já é legalizada, como o próprio Estados Unidos, onde em mais de um terço dos estados se encontra acesso legal à cannabis, existem diversas empresas explorando esse mercado.

 

“Entre as maiores empresas do setor de cannabis estão: Curaleaf Holdings, Green Thumb,

Canopy Growth e Trulieve Cannabis. Para se ter uma ideia, a Curaleaf, por exemplo, já está ultrapassando a marca de US$ 10 bilhões em valor de mercado”, comenta. “Cada uma dessas empresas possui objetivos diferentes e uma variedade gigantesca de produtos existentes, como extratos, óleos, resinas, vaporizadores, comprimidos, a própria planta in natura e até mesmo misturados e preparados com alimentos”, detalha.

 

Ainda segundo o especialista,  não é preciso ter uma conta em outro país para investir nas ações de cannabis.

 

“É possível investir pela XP Investimentos, por exemplo. Estamos falando do fundo Trend Cannabis FIM, que replica o rendimento de um Fundo dos Estados Unidos, chamado ETFMG Alternative Harvest, que é atualmente o maior ETF ligado ao setor de Cannabis lá fora”, explica. “O fundo investe globalmente em ações de empresas relacionadas diretamente ou indiretamente com o processo de cultivo legal, produção, marketing ou distribuição da cannabis”, completa.

 

O especialista destaca que, por ser um mercado secundário, é importante ter cautela e não colocar uma parcela grande do dinheiro nesse setor, porque assim como ele tem um potencial de crescer muito, de forma inversamente proporcional, também pode cair.

 

“A aplicação mínima é R$ 500, qualquer tipo de investidor pode colocar seu dinheiro nele e possui taxa de administração de apenas 0,50% ao ano. Sem dúvidas, é uma boa opção para quem quer começar a investir nesse mercado sem precisar criar conta nos Estados Unidos”, finaliza.

 

BIOGRAFIA

 

Formado em administração de empresas e com especialização na área de investimentos, César Karam estudou a fundo a Bolsa de Valores, e hoje possui grande conhecimento sobre esse mercado.

 

Sempre buscando aperfeiçoar seus conhecimentos, Karam, além de ler centenas de livros sobre a área financeira, participou de cursos específicos de Bolsa de Valores, formação em coaching e PNL (teoria baseada na conexão entre os processos neurológicos,  linguagem  e os padrões comportamentais aprendidos através da experiência), concluiu um MBA na Fundação Getúlio Vargas para, enfim, desenvolver seu próprio método de investimentos.

 

Recentemente, teve mais uma conquista: CNPI (Certificado Nacional do Profissional de Investimento), que é um reconhecimento obrigatório para profissionais que atuam no mercado financeiro. Hoje, apenas cerca de 700 pessoas no país possuem a qualificação.

 

Divulgação / MF Press Global

 

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