Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Musa 24 Horas
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
    • Dennis Moraes
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
  • SPACESS ESTUDIOS
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

As lições que aprendemos com a pandemia

Redação 27 de abril de 2020 4 minutes read

Por Wagner Siqueira

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Quando me perguntam qual é a oportunidade de aprendizagens que esta crise do coronavírus possibilita à sociedade brasileira de sair da senda do “País do Futuro”, que nunca chega, e passar a ser o “País do Presente”, eu não respondo apenas com o lugar-comum que seja a educação e a assimilação imediata das tecnologias de ponta em fusão no mundo digital, no mundo físico e no mundo biológico.

O Brasil não pode ficar fora da Quarta Revolução Industrial por falta de brasileiros qualificados e pelo uso precário de tecnologias obsoletas de informação. Aliás, o home office no Brasil, intensivamente utilizado neste momento de coronavírus, é caricato: governos nem empresas, em sua imensa maioria, estão preparados para o mundo digital que a modalidade exige. Em geral, ficamos em videoconferência e em troca de e-mails e de mensagens pelo whatsapp.

Estamos sempre adiando a implantação de tecnologias de ponta: ora pela ilusão nacionalista oriunda dos tempos do regime militar em que faríamos os nossos próprios hardwares e sofwares, ora pela resistência aos telefones celulares, ora pela discriminação contra a fibra ótica. E por aí vai.

Agora, resistimos à implantação da tecnologia 5G, quando nem conseguimos ainda universalizar o sistema 4G. O 5G no Brasil será americano ou chinês? É um tema eminentemente técnico, de alto interesse do país, passa a ser contaminado por credos e ideologias políticas.

Pelas idas e vindas, pelo “andar da carruagem” das indecisões nacionais, na melhor das hipóteses, só vamos começar a implantar a tecnologia 5G no Brasil a partir do ano 2022/2023. Continuaremos crescendo à velocidade do carro de boi enquanto a tecnologia avança à velocidade orbital.

Agora a história se repete como farsa e como tragédia: antes, ficamos fora da Primeira Revolução Industrial, exatamente, porque não fomos capazes, como nação, de assimilar, em extensão e profundidade, nos séculos XVIII e XIX, a educação universalizada e as tecnologias desenvolvidas à época. Ficamos a reboque da história.

O Brasil vive hoje uma crise total de sua economia. E não apenas agora decorrente da paralisação quase absoluta da economia mundial com a pandemia. Nos últimos 45 anos, desde as crises do petróleo em 1973/1974, só crescemos de forma mais substancial nos governos FHC, com o plano real, e no primeiro governo Lula. E mesmo assim, em taxas bem inferiores ao crescimento que o Brasil teve ao longo do Século XX até a terrível crise do petróleo de 73/74. Não há o que falar em década perdida, pois são décadas de decadência e de desempenhos pífios.

A única exceção é o agronegócio brasileiro – principalmente liderado por São Paulo e pela região do Centro-Oeste. O desempenho é tão espetacular que já alcançamos hoje o segundo e o primeiro lugares em produção agroindustrial em todo o mundo: grãos e frutas, pecuárias bovinas e de frango, suínos e de peixes. Há um país que dá certo, que é o nosso agronegócio! E por isso, continuamos mantendo a invejável posição de uma das 10 maiores economias do mundo.

 

Mas você me pergunta como tirar proveito da crise do coronavírus? É preciso aprender com a experiência. E experiência não é o que acontece com a gente, mas o que a gente faz com o que acontece com gente. Para mim, acima de todas, a mais relevante dimensão que deve ser superada não é o vírus, que será dentro em pouco vencido pela ciência: tanto com remédios específicos que vão curar os infectados como pela descoberta da vacina que vai evitar a infecção.

 

O nosso maior inimigo são os nossos próprios demônios, que infeccionam o povo e as nossas elites. Santiago Dantas dizia que “o povo enquanto povo cumpre o seu papel, mas as elites enquanto elites não cumprem o seu papel.” A atual realidade brasileira nega essa assertiva do ilustre político e intelectual.

 

 

(*) Wagner Siqueira é diretor-geral da Universidade Corporativa do Administrador (UCAdm), conselheiro federal do Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ) e membro do conselho de administração do CIEE-RJ.

 

  • Facebook
  • Share on X
  • LinkedIn
  • WhatsApp
  • Email
  • Copy Link

About the Author

Redação

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Câmara de Americana realiza nova sessão extraordinária por videoconferência nesta terça-feira
Next: Santa Bárbara d´Oeste: Novos profissionais contratados para enfrentamento do Coronavírus se apresentam
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping tratamento Vacinação vagas Vereadores
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente