Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Musa 24 Horas
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
  • Dennis Moraes
  • Iron Podcast
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SAIBA MAIS
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

Nova Odessa: Em visita à Amazônia, pe. Itamar contribui com a evangelização de indígenas

Redação 24 de fevereiro de 2015 6 minutes read
  • CLIQUE E SAIBA MAIS

Pároco da Igreja do São Jorge também aproveita para estimular o trabalho missionário

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

 

O que um missionário que está há dois anos na Amazônia tem a ver com o IEMA (Instituto de Educação e Meio Ambiente? Tudo. Sabe por quê? Pelo motivo de ele relacionar seu trabalho aos quatro pilares fundamentais da organização do Terceiro Setor novaodessense: as responsabilidades Educacional, Ambiental, Social e Cultural.

Na véspera do último Natal, a entidade divulgou em seu site uma entrevista com o evangelizador em São Gabriel da Cachoeira, Antônio Luis Fernandes, em que falou sobre sua vida, trabalho e sonhos. Ele é grande amigo do padre Itamar Gonçalves, da Paróquia do São Jorge, em Nova Odessa (SP) – ambos são admiradores da causa que o instituto defende: “socializar o conhecimento para atender o interesse público” -, e os dois se encontraram no início deste mês.

“Conheço o pe. Luis desde quando ele entrou para o seminário. O conheci cantando ladainha em uma ordenação presbiteral em Leme [SP]. Ele já estava no primeiro ano de Filosofia. Depois de ter trabalhado na Paróquia de Santa Rita de Cássia, em Leme, e  Paróquia de São Paulo Apóstolo, em Limeira [SP], ele veio para Americana [SP], Paróquia do Senhor Bom Jesus. Aos poucos, nossos laços foram se estreitando. Hoje, somos bons amigos! Em uma relação pessoal, pastoral e, hoje, numa dimensão missionária”, lembrou o padre do São Jorge.

Itamar partiu para a Amazônia com o objetivo de visitar Luis, mas também contribuiu com o processo de evangelização na região. “Fui para estar com ele e ajudá-lo no que houvesse necessidade. Andamos conhecendo comunidades e depois fui até Taracuá, onde moram 90 famílias de índios da Etnia Tucana. Para chegar lá, levamos 7 horas de voadeira [tipo de barco], subindo o Rio Negro e o Rio Waupés”, comentou o pároco.

“Em Taracuá andei por toda a vila. Conversei com alguns moradores. Outros pediram para entrar e estar na casa deles. Foi muito legal. Eles me receberam bem e pudemos conversar um pouco. Não posso reclamar e em nada criticar a acolhida e convivência com eles nesses dias”, recordou Itamar.

Quando questionado sobre os momentos de descanso na Amazônia, respondeu: “nas horas de lazer, ajudei nos trabalhos da Catedral. E andamos conhecendo comunidades”.

– E como se sentiu após a viagem, padre Itamar? “Não diria que tive a sensação de ‘dever cumprido’ porque não fui por uma causa, fui apenas para estar! Nesse sentido, foi bom estar na Amazônia e conviver com a realidade local!”, afirmou.

“Por enquanto, quero degustar essa ida e vinda, para depois pensar noutra”, ressaltou Itamar, quando indagado sobre o desejo de retornar a São Gabriel da Cachoeira.

‘Seja bendito quem chega’

“Esse título é mais do que apropriado. Revela, ao mesmo tempo, a alegria dos que esperam a chegada dos peregrinos e o aconchego que o peregrino encontrará na casa do seu anfitrião. Assim é desde os mais remotos tempos. As dificuldades da viagem, os desafios de estar longe de casa, o medo de perder-se pelos caminhos ?do mundo que, anteriormente e ainda hoje, ameaça e diz que qualquer lugar que não seja o nosso lugar é sempre perigoso. Talvez até por isso que somos tão arraigados em nosso chão e com nossas coisas. Temos medo do que virá pela frente diante de tantos lugares e pessoas desconhecidos que nos aparecerão. Falo disso tudo por um motivo bastante prático: tive, em fevereiro, a visita do pe. Itamar, peregrino aqui nestas terras e águas do alto Rio Negro. Vinha do seu sossego aí no Sul e esteve conosco por 10 dias, vivendo a experiência de ser esse ‘bendito’ que chega e é esperado”, disse Luis.

O missionário relatou a importância da visita do amigo para os povos da região. “Pra comunidade de São Gabriel, que teve mais contato (pois ficou hospedado na minha casa), e à comunidade de Taracuá, onde foi fazer a experiência de itinerância por um final de semana, o que viveu e sentiu somente ele poderá dar conta e partilhar. O que sei é que teve a feliz experiência junto às comunidades indígenas que mais lhes agradam: receber os viajantes e fazê-los sentir-se membro da sua família. Essa tradição perdida em muito pela cultura urbana (o medo que se tem dos estranhos é muito maior do que a alegria em recebê-los) se mantém muito forte entre os índios. Gostam de ser visitados. Gostam de sentar para conversar. Gostam de dividir o pouco que têm com quem chega. Gostam de repetir as histórias que lhes são caras”, pontuou o padre de São Gabriel da Cachoeira.

“Já, para mim, é uma alegria receber amigos e poder partilhar um pouco da minha vida, dos meus medos, dos meus temores e desejos. Isso sempre ajuda a enfrentar os ‘nãos’ que a vida nos coloca como obstáculos”, frisou o missionário.

Contando boas histórias

O IEMA acredita que divulgando bons exemplos, contando histórias reais e inspiradoras, as pessoas são estimuladas a se tornarem agentes multiplicadores das responsabilidades e causa que defende.

“Conhecemos pouco do Amazonas e dos índios! Por isso, nossa fala não corresponde à realidade. Vocês [IEMA], transmitindo um pouco do trabalho que o padre Luis realiza lá, com aqueles povos, fazem crescer nosso conhecimento e nossas outras possibilidades. Isso é muito valioso. Acredito ser de grande contribuição material, financeira e missionária religiosa/católica, que não visa converter ou mudar a cultura, mas deixar e conviver como são. Que o trabalho do IEMA possa criar desejos: de ser missionário e de ajudar os missionários. Inclusive, há um curso para ser Missionário no Amazonas. Quem desejar, ligue na Igreja de São Jorge: (19) 3466-6027”, concluiu Itamar.

E o amigo reforçou: “com a visita desses peregrinos de São Paulo, mais uma vez, manteve-se acesa a chama de se alegrar com quem chega e se cumpriu, ainda que por outros caminhos, o que Jesus sempre insistia com suas comunidades: Eu era peregrino e fostes capaz de Me acolher…”, completou Luis.

 

 

Juan Piva

Assessoria

About the Author

Redação

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Empresas que investiram em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente se destacam em meio à crise hídrica
Next: Após visita à garagem abandonada da VIBA, Juca sugere utilização de área pela frota da Sáude
  • CLIQUE NA IMAGEM
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cultura Câmara Municipal DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan santa barbara doeste SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde pública SaúdePública SB24Horas SBO sbocity solidariedade Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping Vacinação vagas Vereadores
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente