
Fim do período excepcional exige atenção às tarifas pendentes; Move Mais orienta sobre consulta de passagens, funcionamento da TAG e segurança nos pagamentos
O período excepcional de regularização das tarifas de pedágio eletrônico Free Flow termina em 16 de novembro de 2026. Até essa data, os usuários podem quitar as tarifas abrangidas pela regra de transição sem a aplicação das penalidades de trânsito decorrentes do não pagamento, observadas as condições da regulamentação. A tarifa, entretanto, continua obrigatória: o período de transição não significa gratuidade nem suspensão da cobrança do pedágio.
A partir de 17 de novembro, voltam a valer integralmente as regras habituais de pagamento e de aplicação de penalidades do Free Flow, respeitados os vencimentos de cada cobrança. O prazo regulamentar é de 30 dias, contado da confirmação do processamento do registro junto à Senatran. Para as passagens realizadas durante a transição, prevalece a data de vencimento mais favorável ao usuário, considerando o prazo regulamentar e o período excepcional de regularização. Por isso, o motorista deve conferir a data informada nos canais oficiais: nem toda tarifa pendente estará vencida no dia seguinte ao encerramento do período.
A proximidade da data reforça a importância de acompanhar os registros das viagens. No Free Flow, o veículo passa por pórticos equipados com sensores, câmeras e antenas, que identificam a TAG ou a placa sem a necessidade de parar em uma cabine.
“Com o Free Flow, acompanhar a cobrança passa a fazer parte dos cuidados com a viagem. Saber onde consultar os registros e como regularizar eventuais pendências ajuda o motorista a aproveitar essa facilidade com mais tranquilidade”, explica Petrus Moreira, diretor Comercial e de Marketing da Move Mais.

Tenho TAG. Preciso conferir as passagens?
Para veículos com TAG ativa, a cobrança pode ocorrer automaticamente, conforme as condições do serviço contratado. Ainda assim, a recomendação é acompanhar as transações no aplicativo, site ou fatura da operadora.
Com a TAG da Move Mais ativa, os usuários também podem contar com desconto de 5% sobre o valor da tarifa nos trechos elegíveis, conforme as regras da concessionária responsável.
Quem não tem TAG também precisa acompanhar
A ausência de TAG não impede a passagem pelo Free Flow. Nesse caso, a identificação pode ser feita pela placa, e o usuário deve consultar e pagar a tarifa pelos canais disponibilizados pela concessionária.
Uma mesma viagem pode incluir pórticos administrados por empresas diferentes. Por isso, é importante conferir todas as passagens do percurso e identificar quem é responsável por cada cobrança.
Para consultar as passagens, o motorista pode utilizar o aplicativo CNH do Brasil ou o portal Pedágio Simples (pedagiosimples.com.br), que reúnem registros dos sistemas de Free Flow integrados às respectivas plataformas. Também é possível buscar as informações diretamente nos canais oficiais da concessionária responsável pela rodovia.
Como os dados dependem do processamento e da integração dos sistemas, o registro pode não aparecer imediatamente após a viagem.
Consulta e pagamento são etapas diferentes
No aplicativo CNH do Brasil, a opção “Como pagar” direciona o usuário com tarifa pendente ao canal oficial indicado pela concessionária. O pagamento não é realizado dentro da plataforma, que também não solicita dados de cartão para efetuar a cobrança.
Conforme os canais disponibilizados pela concessionária, o pagamento pode ser feito em site, aplicativo, totens ou pontos credenciados. A recomendação é guardar o comprovante e acompanhar a atualização da situação da tarifa.
Atenção a links e cobranças falsas
A proximidade do encerramento do período de regularização também exige cuidado com mensagens que anunciam supostos débitos. Antes de pagar, o usuário deve confirmar a existência da passagem e a identificação da concessionária responsável por um canal oficial.
O caminho recomendado é abrir diretamente o aplicativo CNH do Brasil ou acessar, por iniciativa própria, o site ou aplicativo oficial da concessionária. Antes de inserir dados pessoais ou concluir um Pix, é importante conferir o endereço eletrônico e os dados do destinatário.
“Quanto mais digital fica a jornada, mais importante se torna saber de onde vem a informação. Na dúvida, o melhor caminho é não realizar o pagamento por links de origem desconhecida e procurar o canal oficial”, reforça Petrus.
Antes de pegar a estrada
Ao planejar o trajeto, vale verificar se há pórticos de Free Flow e quais concessionárias administram os trechos. Para quem utiliza TAG, também é importante conferir as condições do dispositivo e do meio de pagamento contratado.
“Estamos entrando em uma fase em que pedágio e mobilidade estão cada vez mais associados à tecnologia. Para o motorista, a melhor experiência será aquela em que toda essa complexidade acontece nos bastidores e a jornada permanece simples. Mas informação e atenção continuam sendo fundamentais”, conclui Petrus.
Sobre a Move Mais
A Move Mais é uma empresa brasileira de mobilidade e meios de pagamento eletrônico, autorizada pela ARTESP a operar como Operadora de Serviços de Arrecadação (OSA) e pela ANTT como Administradora de Meios de Pagamento para Arrecadação de Pedágio (AMAP). A companhia oferece soluções para clientes individuais, empresas, transportadoras, gestores de frotas, concessionárias e parceiros, com atuação voltada à praticidade, controle e eficiência na mobilidade.













