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Dezembro laranja: exames modernos contribuem para o diagnóstico precoce do câncer de pele

Redação 15 de dezembro de 2020 6 minutes read

Se diagnosticado precocemente, o câncer de pele pode ser tratado com mais tranquilidade, apresentando grandes chances de recuperação do paciente

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Dezembro foi o mês escolhido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia para a conscientização do câncer de pele, com o início da campanha nacional “Dezembro Laranja”, lançada oficialmente no ano de 2014. Desde então, diversas ações em parceria com instituições públicas e privadas são desenvolvidas no intuito de informar a importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento dessa enfermidade.

 

O câncer de pele é o mais comum no mundo e as taxas de incidência, de mortalidade e de morbidade dele vêm aumentando ao longo dos anos. Isso o torna um grande problema de saúde pública mundial. Além de seus subtipos, é dividido em dois grupos principais: o melanoma e os do tipo não melanoma. “No Brasil, os do tipo não melanoma correspondem a cerca de 30% de todos os tumores malignos do país. Em contrapartida, são os de menor mortalidade. Já o melanoma, corresponde a apenas 1% dos casos de câncer de pele e é a causa da maioria das mortes pela doença. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que, de 2020 a 2022, haja cerca de 8.450 novos casos diagnosticados a cada ano no Brasil”, explica Renata Sacchi, médica patologista e gerente geral do DB Patologia, braço do laboratório Diagnósticos do Brasil.

 

Os principais fatores de risco para câncer de pele não melanoma são: idade acima dos 40 anos; pele, olhos e cabelos claros; histórico de doenças cutâneas; histórico pessoal ou familiar de câncer de pele e, principalmente, a constante exposição aos raios UV. É importante ressaltar que, nesses tipos de carcinoma, a exposição crônica ao Sol (ao longo da vida) está mais associada a eles do que exposições agudas que causam queimaduras. “O câncer de pele não melanoma pode apresentar como sintomas manchas na pele com prurido e ardência, e feridas que não cicatrizam em até quatro semanas. A depender de seu subtipo, pode apresentar diferentes características, como as manchas similares a verrugas ou pápulas avermelhadas com crostas centrais em alguns casos”, detalha Renata.

 

Devido ao alto poder metastático, o melanoma é um dos tipos mais agressivos de câncer de pele e uma das maiores causas de morte relacionadas ao câncer. O diagnóstico tardio pode levar a metástases envolvendo o sistema nervoso central e os pulmões. Mas, apesar de sua gravidade, o diagnóstico precoce possibilita um bom prognóstico e grandes chances de cura. “O melanoma se origina nas células produtoras de melanina, os melanócitos. A maior incidência desse tipo é em adultos de pele clara, podendo acometer qualquer parte do corpo”, comenta a especialista.

 

De acordo com a médica, o principal fator de risco do melanoma é a exposição aos raios UV. A exposição aguda ao Sol (típico de queimaduras) é bastante associada ao seu desenvolvimento. O risco é muito maior quando comparado a padrões de exposição contínua, ao longo da vida, padrões esses mais relacionados aos do tipo não melanoma. “O câncer de pele melanoma pode surgir na pele normal, com o aparecimento de pintas escuras com bordas irregulares. Também pode se originar de uma mancha pigmentada pré-existente, na qual se observam aumento no tamanho e mudanças na forma e na coloração. Lesões ou pintas com assimetria, bordas irregulares, cor variável, diâmetro maior que 6 mm e evolução (mudanças no tamanho, na forma e na cor) são consideradas como sugestivas para o melanoma e a presença delas deve chamar a atenção para a procura por um dermatologista”, complementa.

 

Diagnóstico precoce 

 

É de extrema importância que se conheça o próprio corpo, de modo que qualquer mudança persistente na pele, como manchas e feridas que não cicatrizam, chamem a atenção e levem à procura por um dermatologista a fim de que, se for o caso, o diagnóstico e o tratamento sejam precoces. Quanto antes o câncer de pele é identificado, maior a eficácia do tratamento e melhor o prognóstico. Nos últimos anos, surgiram diversos exames modernos que contribuem diretamente para o diagnóstico do câncer de pele. No portifólio do DB Patologia, por exemplo, estão presentes diversos exames, entre eles anatomopatológicos, citológicos, imuno-histoquímica e moleculares.

“A primeira forma diagnóstica empregada para o câncer de pele é o exame clínico, no qual o dermatologista avalia as camadas de pele. Porém, é o exame anatomopatológico que confirma o diagnóstico, pois avalia a extensão da lesão e o acometimento tecidual. As amostras são obtidas por biópsias ou cirurgias. Nos casos de metástase, o médico pode solicitar biópsia de linfonodos ou de outras regiões. Nesses casos, os exames citopatológicos podem ser importantes ferramentas auxiliares ao diagnóstico”, explica Renata Sacchi.

 

Apesar do anatomopatológico ser o exame confirmatório, nem sempre é suficiente para a identificação do melanoma. Muitas vezes, pode mimetizar neoplasias, como sarcomas e linfomas. Nesses casos, a imuno-histoquímica auxilia o patologista na interpretação diagnóstica. Existem diversos marcadores utilizados no estudo imuno-histoquímico, sendo os principais: S100, Melan A; HMB-45 e SOX10. “Os exames moleculares são extremamente importantes tanto no diagnóstico como na predição de tratamento do melanoma. A identificação de determinados oncogenes podem significar o aumento da proliferação celular, as falhas nos mecanismos de checagem das células, entre outros mecanismos. Mutações nos genes BRAF, KRAS, NRAS, BAP1 e CDK são alguns dos importantes biomarcadores do melanoma”, comenta a médica patologista.

 

Com o resultado dos exames em mãos, caso confirmem anomalias, os tratamentos variam de acordo com o tipo e a extensão do tumor. No caso dos não melanomas, em geral, são tratamentos cirúrgicos ou procedimentos a laser. O tratamento do melanoma também pode ser cirúrgico, a depender da extensão, da agressividade e da localização do tumor. Os casos metastáticos não têm cura. A evolução dos métodos terapêuticos, no entanto, pode proporcionar maior sobrevida e melhor qualidade de vida aos pacientes.

 

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