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Vereadora Professora Juliana visita Cooperlírios e discute demandas da cooperativa de Americana

A vereadora Professora Juliana (PT) visitou na sexta-feira (5) a sede da Cooperlírios (Cooperativa de Reciclagem de Americana), localizada no Jardim dos Lírios, para conhecer a estrutura e o trabalho que é realizado no local e verificar as demandas das cooperadas.

 

Na visita, a vereadora buscou mais detalhes sobre o funcionamento dos processos da cooperativa, desde a origem dos resíduos recebidos pela unidade até a separação do material, além da rotina de trabalho das cooperadas, destinação dos recicláveis, estruturação da cooperativa e remuneração dos trabalhadores.

 

“A Cooperlírios é histórica na nossa cidade e foi bastante impactada pela pandemia e por um incêndio que ocorreu recentemente. Fomos até lá para aprender um pouco mais sobre o trabalho da cooperativa e coletar algumas demandas importantes em relação à estrutura e relações com o poder público”, explicou Juliana.

 

Para a parlamentar, a discussão em relação à gestão dos resíduos sólidos da cidade vai muito além da questão do aterro sanitário, passando também pela educação ambiental, conscientização em relação à separação do lixo orgânico e reciclável nas casas e condomínios, coleta seletiva e a própria cooperativa de reciclagem.

 

“São muitos elementos envolvidos, e todos precisam atuar de forma organizada e integrada. É preciso que haja uma coleta seletiva efetiva, atendendo a todos os bairros, que os ecopontos sejam conhecidos pela população, e que as crianças aprendam sobre isso nas escolas e levem esse conhecimento para casa”, disse a vereadora.

 

Após a visita, Juliana pretende levar as demandas da Cooperlírios ao Executivo e também fazer outras visitas a cooperativas de cidades vizinhas, para entender como se dá a relação entre elas e as prefeituras locais.

 

“Acredito que, por meio do diálogo e buscando referências de trabalhos integrados que dão certo, é possível ampliar esse trabalho de gestão dos resíduos recicláveis, pensando nas gerações futuras e evitando cada vez mais que esse material, que pode ser reciclado ou reutilizado, seja aterrado junto do lixo orgânico”, concluiu a parlamentar.