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Suzano investe em monitoramentos ambientais que contribuem para a conservação da biodiversidade no interior de São Paulo

Levantamento realizado neste ano nas áreas de floresta da empresa na região identificou duas espécies de mamíferos ameaçadas e 69 aves, 95 delas endêmicas da Mata Atlântica e oito do Cerrado

 

A Suzano desenvolve um trabalho de monitoramento da biodiversidade em sua base florestal. A ação evidencia a prática sustentável do manejo e o sucesso do programa de conservação e restauração da vegetação nativa realizado pela empresa. No monitoramento ambiental deste ano, foram identificadas 25 espécies de mamíferos, sendo nove espécies consideradas ameaçadas de extinção pelo Ministério do Meio Ambiente, entre elas o lobo-guará e a onça-parda (suçuarana). A campanha mais recente realizada em campo, em março, identificou um total de 236 espécies de aves, 95 endêmicas do bioma Mata Atlântica e oito do bioma Cerrado. Essa quantidade representa 30% das 739 espécies listadas para o estado de São Paulo.

 

As espécies foram identificadas nas fazendas Tijuco, Suinã, Rio Claro e Piracema, que integram a área de conservação de 35.541 hectares da Suzano na região. A onça-parda ou suçuarana (Puma concolor) é um animal do topo da cadeia alimentar e foi encontrada por meio de pegadas deixadas nos carreadores dos plantios comerciais. A presença dessa espécie indica a manutenção de uma extensa cadeia alimentar e processos ecológicos importantes na região de ocorrência.

 

O tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus), menor espécie de felino encontrada no Brasilforam detectados nas fazendas Tijuco e Suinã pelas armadilhas fotográficas.

 

Já o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) foi detectado por um operador de máquina florestal em suas atividades diárias. Ele filmou o animal nas imediações do local de descanso e alimentação no decorrer da jornada de trabalho. O registro foi validado pelos biólogos a partir da verificação da filmagem e mostra como todos os colaboradores da empresa podem atuar na detecção de espécies raras com os celulares atuais.

 

Entre as aves identificadas, destaca-se o capitão-castanho (Attila phoenicurus), com reprodução exclusiva na Mata Atlântica. Ela migra durante o outono e inverno para o norte do país e é uma ave com alimentação de frutas e insetos, habitante da copa e com uma migração extensa pouco usual nesse grupo de aves.

 

Em monitoramento realizado anteriormente em Angatuba, também foram observadas espécies vulneráveis, em perigo ou criticamente em perigo de extinção pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), como o patinho (Platyrinchus mystaceus), chupa-dente (Conopophaga lineata), choca-da-mata (Thamnophilus caerulescens) e jacupemba (Penelope superciliaris).

 

“Os registros de aves e mamíferos em risco de extinção e endêmicos do bioma são indicadores importantes da qualidade do ambiente, resultado do manejo sustentável da Suzano”, afirma Rafael Baroni, coordenador de Meio Ambiente Florestal.

 

Com uma área de conservação da biodiversidade em São Paulo de 117.409 hectares, equivalente a 117 mil campos de futebol, o manejo florestal da Suzano é realizado de forma a conciliar o cultivo de eucalipto com a conservação dos recursos naturais, as inovações tecnológicas e o respeito às comunidades. Toda a produção é baseada em plantios renováveis de eucalipto.

 

Sobre a Suzano

 

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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