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Servidores públicos de Santa Bárbara querem reposição de 2009

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Apesar do dissídio salarial ter por data base o dia 1º de maio, os servidores públicos municipais de Santa Bárbara d’Oeste, esperavam que o sindicato da categoria já houvesse iniciado as negociações com a Prefeitura. O presidente da entidade sindical, Valmir Alfredo Silva, admitiu em recente entrevista concedida a uma emissora local de rádio, que ainda não foram definidos os índices de aumento, nem outros itens. Sobre o percentual de reajuste a ser reivindicado, Valmir limitou-se a dizer que a inflação no período gira em torno de 6%. Já em entrevista a outro órgão de imprensa da cidade, ele explicou que o índice pode atingir 10%, mas a partir de março é que o sindicato irá consultar os servidores “para saber o que eles querem”. Procurado para dar mais detalhes, o dirigente sindical não quis atender o SBO24Horas.

Funcionários da Garagem Municipal receberam negativamente a falta de agilidade da entidade que os representa, destacando que ainda não “engoliram” o reajuste zero em 2009. Eles também citaram insatisfação quanto ao plano de carreira, implantado em janeiro de 2010, que pouco ou em nada os beneficiou. Um dos funcionários o classificou com a seguinte frase: “do jeito que foi feito, é a maior furada de todos os tempos”. Os trabalhadores do setor nos receberam no horário de almoço, sob a condição de preservamos seus nomes. Eles afirmaram esperar que o novo prefeito, Denis Andia, cumpra o que vem  falando desde que assumiu o mandato: “uma boa relação com o funcionalismo e o resgate da auto-estima”.

Em relação ao Cartão Alimentação, todos os servidores ouvidos foram unânimes: “o mínimo aceitável para repor a alta dos preços dos alimentos no último ano, é de R$ 350”. Outros funcionários ainda citaram que uma alternativa temporária viável, diante da condição financeira alegada pela prefeitura, seria a redução da jornada diária de trabalho, sem reflexo salarial. Questionados quanto aos benefícios que gostariam que fossem implantados pela administração municipal, os funcionários elencaram “um merecido e digno plano de saúde, a reposição do dissídio de 2009 e a revisão do plano de carreira”.

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