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Se tem festa, tem que ter camisinha

O carnaval já acabou, mas a camisinha não pode sair da sua cabeça. Por isso, o Ministério da Saúde já enviou, apenas este ano, mais de 100 milhões de preservativos para os estados. O objetivo é estimular o uso da camisinha e alertar a população sobre a importância da prevenção de doenças sexualmente transmissíveis durante as principais festas realizadas no país com a campanha Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha.

Mas você sabe como guardar e usar corretamente o preservativo para garantir a qualidade do produto? Para se proteger das doenças sexualmente transmissíveis como a aids, por exemplo, é preciso ler as orientações de uso correto da camisinha que estão escritas na embalagem do produto. “Quando você pega um envelope do preservativo, você deve abrir com a mão. Se você utilizar da tesoura ou do dente ou objetos cortantes, pode danificar. Nunca use dois preservativos. É que pode fazer um atrito entre a borracha e estourar. Sempre use uma camisinha para cada relação sexual e o preservativo deve ser colocado corretamente. Tem todas as instruções, leia as instruções porque uma vez mal colocado ele pode estourar, ele pode arrebentar”, orienta a gerente no Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Ellen Zita. Além disso, todos devem ficar atentos ao prazo de validade das camisinhas que pode variar de três a cinco anos.

A gerente explica ainda que a camisinha deve ser guardada em local fresco e longe da umidade. A gerente explica que o preservativo guardado no porta luva do carro ou na carteira provavelmente está danificado. “Claro, se você vai usar, então você tem que andar com ele. Mas o preservativo tem de ser guardado num lugar que seja fresco, longe da umidade, protegido da luz. Muitas vezes, em contato com o sol quente pode danificar. O preservativo, às vezes, quando você abre e ele esteja pegajoso, ressecado, porque, às vezes, está com a embalagem danificada, você não deve usar, deve sempre procurar um outro preservativo”, recomenda.

Fonte: Com informações de Fábio Ruas e Ana Cláudia Amorim / Web Rádio Saúde / Agência Saúde

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