Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Musa 24 Horas
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
  • Dennis Moraes
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SAIBA MAIS
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

Saiba como o LIRAa é importante aliado no combate ao Aedes aegypti

Redação 28 de novembro de 2016 4 minutes read
  • Contém Suzano - YouTube

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti realizado em mais de 2,2 mil municípios do país é fundamental para que gestores planejem ações de controle do vetor

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Durante o ano todo é preciso realizar ações de combate ao Aedes aegypti que evitem doenças como dengue, Zika e chikungunya. Pensando em dar munição aos gestores municipais que facilitem as tomadas de decisão e criar estratégias para combater o mosquito, é que surgiu, em 2003, o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti, o LIRAa.

Inicialmente, a ideia era fazer o levantamento apenas no período que antecede o verão, época com maior chance de proliferação do mosquito. Entretanto, ao longo dos anos de trabalho, foi identificada a necessidade de prevenção o ano todo, já que mesmo em épocas em que a proporção do vetor é menor, com a seca e o frio, o mosquito se reproduz.

“O LIRAa é muito importante, porque permite descobrir como está a situação do município em uma semana, e também identificar quais os bairros mais críticos e quais depósitos [de focos] são predominantes na área”, explica o coordenador da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC), Rodrigo Lins Frutuoso. Com isso, é possível envolver outras áreas que não apenas a saúde e ampliar as ações de prevenção do transmissor. De 2003 para cá, o LIRAa ganhou importância entre os gestores e passou a ser executado em mais de 2 mil cidades em 2016. Em 2003, eram apenas 40.

Quem realiza a visita nas casas são os Agentes de Combate às endemias (ACE). Em Campo Grande (MS), por exemplo, são aproximadamente 350 profissionais capacitadas para trabalhar no período de uma semana realizando o levantamento. O trabalho do agente, além de fazer a vistoria, também é de conscientização da população. “É primordial a orientação e o apoio de toda a população. A agente visita àquela área a cada dois meses, mas as pessoas estão ali todo dia, então esse envolvimento no combate é extremamente importante”, destaca o chefe do Setor de Controle de Vetores da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande, Alcides Ferreira.

No combate ao Aedes aegypti, o trabalho dos ACEs é fundamental. Sem esses profissionais, nem mesmo haveria resultado. “É uma metodologia especial porque se trabalha em uma abordagem do território do município. Sem o trabalho dos agentes nós não conseguiríamos chegar tão longe. São primordiais para que a gente tenha sucesso”, defende o coordenador da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC), Rodrigo Lins Frutuoso.

Depois que o levantamento está pronto, os dados são divulgados para a população, que pode atuar de maneira integrada com as políticas do município, propondo alternativas para acabar com os focos do mosquito, e cuidando da sua residência. “Se o depósito é lixo, material descartável, nós fazemos o recolhimento destes materiais junto com a comunidade. Outra ação é que se o depósito de armazenamento é de agua, então é visita casa a casa, com lavagem durante a visita ou se for necessário, fazendo tratamento focal com larvicida dentro do depósito, orientando o morador para fazer manutenção”, explica Alcides.

Mas a comunidade não precisa esperar os agentes para começar o trabalho de limpeza e combate ao Aedes, é o que defende o Coordenador da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC). “Se eu tenho a indicação de quais depósitos se concentram em um bairro, e dou essa ampla divulgação, eu consigo mobilizar a população para o enfrentamento do problema. Então, é uma ferramenta importante, principalmente, quando se dá publicidade dos resultados para a população do município”, enfatiza Frutuoso.

É importante ouvir com atenção as orientações feitas pelos Agentes Comunitários de Endemias (ACE), e fazer a manutenção pelo menos uma vez por semana, principalmente (mas não exclusivamente) nas épocas de chuva, vistoriando os pratinhos de planta, garrafas, e qualquer outro objeto que possa acumular água parada.

Aline Czezacki, para o Blog da Saúde

  • Facebook
  • Share on X
  • LinkedIn
  • WhatsApp
  • Email
  • Copy Link

About the Author

Redação

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Alckmin recebe ministro libanês
Next: Grupo L’Occitane inaugura quiosque com produtos brasileiros no Shopping Piracicaba
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan santa barbara doeste SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde SaúdePública SB24Horas SBO sbocity solidariedade Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping Vacinação vagas Vereadores
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente