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RMC gera mais de 9.500 empregos formais em agosto e acumulado do ano é o maior desde 2013

Todas as 20 cidades da região metropolitana tiveram saldos positivos de contratações. Nos oito primeiros meses de 2021 foram criados 56.056 empregos formais, 315,77% acima dos 25.980 eliminados no acumulado de janeiro a agosto de 2020.

 

O setor de Serviços, o Comércio e a Indústria, juntos, geraram 8.975 postos das 9.669 vagas de trabalho com carteira assinada aberta da Região Metropolitana de Campinas (RMC), em agosto de 2021. Os postos abertos nestes três setores representam 92,82% das vagas criadas naquele mês. Apenas em Campinas foram gerados 3.229 postos de trabalho. Na RMC, no acumulado do ano (2021) foram criados 56.056  empregos formais, 315,77% acima dos 25.980 eliminados no acumulado do ano de 2020. 

Em Campinas, também no acumulado do ano, a quantidade de vagas abertas foi de 18.885, o que representa 232,65% acima dos 14.237 postos de trabalho eliminados no acumulado do ano de 2020. “Avaliando os números apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), verifica-se que a geração de emprego formal no período de janeiro a agosto de 2021 é a maior desde o mesmo período de 2013. Apenas em agosto deste ano, na RMC, foram gerados 56.056 contra 23.160 vagas criadas em agosto de 2013”, informa o economista Laerte Martins, diretor da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC).

O economista observa o mesmo comportamento em Campinas no acumulado do ano e, também, em agosto de 2019, quando registrou-se a abertura de 18.885 postos de trabalho, contra 8.213 vagas com carteira assinada criadas em agosto de 2013. “Trata-se de uma recuperação satisfatória do emprego formal frente à pandemia da covid-19, apesar do elevado número de desempregados – 14 milhões – que já atinge 14,1% da População Economicamente Ativa (PEA). A previsão é que haja uma redução até o final do ano”, diz Laerte Martins.

Ele acrescenta que, mantida essa tendência frente à pandemia, é viável que até o final deste ano, em Campinas e Região devam ser criados cerca de 60.000 postos de empregos formais, contra as 10.000 vagas geradas em 2019, na pré-pandemia.

Cidades da RMC

Em agosto de 2021, entre as 20 cidades da RMC que, percentualmente, mais geraram empregos estão Nova Odessa, com 2,12% (saldo de 452 vagas, com admissão de 1.349 empregados e 8.970 demissões); e, em segundo lugar, ambas com 1,52% de crescimento ficaram Holambra (saldo de 156 vagas, com 447 admissões e 291 demissões) e Morungaba (geração de 244 vagas contra 172 demissões). Campinas admitiu, em agosto de 2021, 17.881 trabalhadores e demitiu 14.652, apresentando um saldo positivo de 3.229 postos de trabalho que representam uma variação de 0,82% de aumento.

No acumulado do ano, o melhor percentual na criação de vagas coube a Monte Mor – 10,25% -, com 4.554 admissões e 3413 demissões (saldo de 1.141 vagas). Em segundo lugar ficou Artur Nogueira com 9,9% de aumento na oferta de vagas (2.826 contratações e 2.048 desligamentos, com saldo de 778 postos de trabalho com carteira assinada). E, o terceiro lugar coube à Nova Odessa com 8,12% de aumento na quantidade de novas vagas (8.134 admissões e 6.503 demissões e saldo de 1.631 novos empregos formais). 

No total, considerando as 20 cidades que formam a RMC, foram abertas 45.418 vagas e encerradas 35.749. O saldo é de 9.669 novos postos de trabalho, apenas em agosto deste ano. No período de janeiro a agosto de 2021, também na RMC, foram realizadas 322.833 contratações e demitidas 266.777 pessoas. O saldo no acumulado do ano foi de 56.056 vagas.