Skip to content
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
Primary Menu
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Política
  • Região
  • Brasil / Mundo
  • Feiras Livres
  • Cultura
  • Auto Motor
  • Dennis Moraes
  • Social
  • Saúde
  • Opinião
  • TV24HORAS
Light/Dark Button

Refluxo: causas e tratamentos

Redação 2 de julho de 2018 4 minutes read
Compartilhe essa notícia!

A doença afeta cerca de 12% da população, o que corresponde a 20 milhões de brasileiros

 Azia, queimação e dor torácica. Esses são alguns dos sintomas do refluxo. Atualmente, a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), afeta cerca de 12% da população, o que corresponde a aproximadamente 20 milhões de brasileiros. Mesmo fazendo parte da vida de um grande número de pessoas, somente cerca de 30% dos pacientes afetados pela doença, procuram assistência médica.

Causada por diversos fatores como a má alimentação, obesidade, diabetes, ansiedade, hérnia de hiato, tabagismo, alcoolismo e gravidez, a doença muitas vezes é ignorada por seus portadores, que abusam das automedicações, e não se dão conta de que as complicações ocasionadas pelo distúrbio podem até ser fatais.

Segundo o médico Henrique Eloy, especialista em Endoscopia Digestiva e Gastroenterologia, a doença pode ser definida como uma disfunção digestiva, no qual os ácidos presentes no estômago voltam ao esôfago e não seguem o fluxo habitual. “O movimento contrário dos líquidos gástricos, gera ‘queimaduras’ nas paredes do esôfago, que por sua vez, provoca além dos sintomas citados acima, a disfagia (dificuldade para engolir), náusea, tosse seca, inchaço na garganta, nariz entupido e rouquidão”, explica.

Dependendo da quantidade de fluido que segue o caminho contrário ao estômago e da altura atingida pelo mesmo, o refluxo pode causar problemas mais complexos como o agravamento da asma, rinite, sinusite, obstrução nasal, sensação de entupimento e dor nos ouvidos, sensibilidade e cáries nos dentes, e até distúrbios do sono. Caso o suco gástrico suba até a região da garganta e atinja a traqueia, o paciente afetado pode desenvolver uma fibrose ou mesmo pneumonia.

Henrique Eloy esclarece que quando uma pessoa come, o alimento percorre o esôfago até chegar ao estômago e lá o anel muscular intitulado esfíncter esofágico inferior, separa o esôfago do estômago e, apenas se abre quando engolimos, permitindo a entrada dos alimentos no estômago. “Durante o restante do processo, o esfíncter se mantém contraído para evitar que os alimentos e o ácido do estômago recuem para o esôfago”, explica.

De acordo com o médico, o refluxo também pode ser provocado pela ingestão de alimentos cafeinados, gordurosos, picantes, e bebidas gaseificadas ou alcóolicas. “O hábito de comer demais e se deitar após as refeições são implicadores diretos para a ocorrência do refluxo. Já no caso de pessoas obesas, a pressão exercida pelo excesso de gordura no abdômen sobre o estômago, faz com que o anel muscular do esfíncter seja obrigado a abrir e assim o conteúdo gástrico fica livre para voltar ao esôfago”, comenta Henrique Eloy.

A identificação e diagnóstico da doença do refluxo podem ser feitos por meio de diversos métodos, dentre eles, a anamnese (entrevista em que o paciente relembra todos os fatos que o relaciona a doença), o raio-X, a endoscopia e a pHmetria. Segundo Henrique Eloy, o tratamento do refluxo inclui a mudança na dieta, a indicação de inibidores da produção do ácido e, até a realização de cirurgias. “Acredito que uma alimentação baseada em frutas, verduras, grãos e oleaginosas, podem ajudar a amenizar e tratar a doença em seu estágio mais brando. Já em casos mais graves se indica o procedimento cirúrgico”, ressalta.

Eloy indica que alternativas não cirúrgicas estão em avaliação, como alguns procedimentos endoscópicos, como é o caso do Sistema Stretta.  “O equipamento é introduzido pela boca do paciente e percorre um trajeto até chegar ao esôfago, onde emite ondas de radiofrequência na musculatura da porção distal do esôfago. As ondas proporcionam a remodelação e alargamento do esôfago, e diminui os sintomas do refluxo”, finaliza.

(Os comentários são de responsabilidade do autor, e não correspondem à opinião do SB24Horas)

About The Author

Redação

See author's posts

Compartilhe essa notícia!

Post navigation

Previous: Como identificar e lidar com as emoções durante a Copa
Next: O inverno pode agravar diversas doenças dermatológicas
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião Paiva Netto PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping tratamento Vacinação vagas Vereadores

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Fale Conosco