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Psicóloga fala sobre suicido na WAM Brasil

Foto: Daniella Oliveira

 

Com o tema “Precisamos Falar Sobre o Assunto – Informação e Empatia Podem Salvar Vidas”, a psicóloga Claudia Cordeiro palestrou para cerca de 100 colaboradores da WAM Brasil no último dia 26, durante o Café com Prosa – encontro mensal realizado pela empresa responsável pela comercialização do Thermas São Pedro Park Resort.

Mesmo sendo ainda um assunto bastante delicado, a profissional ressaltou a importância de conversar sobre o suicídio e deu dicas de como preveni-lo. “Infelizmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano mais de 800 mil pessoas cometem suicídio, o que corresponde a uma morte a cada 40 segundos”, disse Claudia , ao ressaltar que o ato já se tornou problema de saúde pública.

Conhecida como Setembro Amarelo”, a psicóloga reforçou a importância da campanha criada em 2015 no Brasil pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). “Encontros como esses são de extrema importância, uma vez que o suicídio é um problema grave de saúde pública e que, em muitos casos, podem ser evitados”.

Apesar de ter causas variadas, segundo o CVV, especialistas identificam transtornos mentais na maior parte das pessoas que se suicidam ou que tentam fazê-lo. Dentre os principais transtornos observados é possível destacar a depressão na forma simples, depressão de forma bipolar, a dependência química e a esquizofrenia. “Trata-se de um ato deliberado intencional de causar morte em si mesmo. Na grande maioria das vezes, o propósito principal é de reduzir o sofrimento que sente”.

Nem sempre é possível afirmar que as pessoas que cometem suicídio apresentam esses transtornos. “Pode acontecer de forma impulsiva após passar por uma situação impactante, como final de relacionamentos, perda de uma pessoas querida, crises financeiras, discriminação ou abusos”.

História – A cor amarela é usada para representar o mês da prevenção do suicídio por causa de Dale Emme e Darlene Emme. O casal foi o início do programa de prevenção de suicídio “fita amarela”, ou “Yellow Ribbon” em inglês. Em 1994, Mike Emme, filho do casal, com apenas 17, se matou. Mike era conhecido por sua personalidade caridosa e por sua habilidade mecânica. Restaurou um Mustang 68 e o pintou de amarelo. Mike amava aquele carro e por causa dele começou a ser conhecido como “Mustang Mike”. Infelizmente, os próximos de Mike não viram os sinais e o fim da vida do garoto chegou. No dia do funeral dele, uma cesta de cartões com fitas amarelas presas a eles estava disponível para quem quisesse pegá-los. Os 500 cartões e fitas foram feitos pelos amigos de Mike e possuíam a mensagem “Se você precisar, peça ajuda”.

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