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Prefeitura de Americana cria Território Educativo em bairro de alta vulnerabilidade social

Redação 25 de setembro de 2017 4 minutes read

A Secretaria de Educação de Americana  participou, no último sábado, (23/9), do VI Seminário de Extensão, “O Ser Humano e a Banalização da Vida”, na unidade São José, de Campinas. Estavam presentes todas as faculdades da Unisal do Estado de São Paulo. Na reunião, Americana apresentou a convite da instituição, a implementação do projeto Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, TEIP.

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O TEIP deve ser lançado oficialmente na cidade no mês que vem. A sede, na travessa Ipomeias, número 8, do Jardim Lilazes, já está sendo mobiliada. Lá funcionará o Núcleo de Atendimento Terapêutico e Educacional do TEIP. “O projeto é uma nova forma de pensar a oferta educativa em territórios que economicamente existe a concentração de vulnerabilidade”, disse a supervisora de Educação Especial da Secretaria de Educação, Rosemeire Abreu.

O Jardim Lilazes faz parte da denominada área 10 na organização da Secretaria de Planejamento da Prefeitura, que reúne outros bairros como Cidade Jardim, Mathiensen, Jardim das Flores. Pelos dados do Planejamento, a área 10 é a mais afetada pelas condições de vulnerabilidade no município, usando os critérios de indicadores Paulista de Vulnerabilidade. Esta região tem mais de 33 mil pessoas e 10% são de crianças e adolescentes.

A ideia surgiu com a professora do Unisal, Maria Luiza Bissoto, em 2014, no “I Fórum sobre a infância e a adolescência em situação de vulnerabilidade”. Depois, Maria Luiza fez um trabalho de pesquisa acadêmica no Ciep da Cidade Jardim. Neste momento, foi lançada a “pedra fundamental” do projeto. As reuniões entre Unisal e Educação começaram em 2016 quando passaram a conhecer a área e os equipamentos existentes no Lilases. Hoje estão no projeto a Secretaria de Educação, escolas municipais e estaduais, Unisal, FAM, instituições socioeducativas, CRAS, CREAS e sociedade civil.

“Em 2016 com os levantamentos de dados percebemos um volume muito grande de estudantes com alto índice de vulnerabilidade na área 10. Criamos uma ficha de avaliação (individual) com o objetivo de mensurar os resultados. A ficha apontaria o grau dos fatores de risco para estas pessoas”, recorda Rosemeire.

Neste período foram avaliadas 76 crianças e adolescentes, dos quais 36 (47% do total) apresentaram graves ameaças à integralidade de desenvolvimento. Em sala de aula os professores participaram de formações que os ajudam a identificar alunos com maior grau de vulnerabilidade. Às vezes podem ser sinais de violência doméstica. “Diante dessa realidade sentimos a necessidade da criação de um Centro Terapêutico dentro do Território”, revelou a supervisora da Educação.

Segundo Rosemeire, como não havia profissionais para atender esta população, a Educação foi buscá-los nas instituições. Hoje há estagiários supervisionados – psicologia, pedagogia, serviço social e psicopedagogia – pela FAM e UNISAL. Profissionais voluntários – oito psicólogos, cinco psicopedagogos, um fisioterapeuta e um advogado -.  Eles estão trabalhando dentro do ambiente escolar em oficinas terapêuticas com atendimento individual e/ou grupo com as crianças, da família, dependendo da necessidade de cada um.

A dinâmica de efetivação do TEIP propõe uma estruturação da atenção socioeducacional à população atendida em forma de rede, cuja construção é pautada na escuta da comunidade envolvida em relação às suas demandas socioeducacionais; na problematização dessa escuta; na organização da comunidade e na congregação dos esforços sociais e educativos dos diferentes equipamentos e recursos materiais e humanos já existentes nessas comunidades (escolas das redes pública municipal e estadual; organizações do 3o setor; lideranças de bairro; serviços de saúde e de promoção social; instituições universitárias e empresas, dentre outros) para atender a tais demandas e  no constante monitoramento e avaliação, tanto das atividades realizadas como da qualidade da oferta socioeducativa que vem sendo gerada.

 

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