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O futuro da pecuária de corte no Brasil: desafios e perspectivas

Dennis Moraes 21 de outubro de 2024 3 minutes read
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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Por Valdomiro Poliselli Junior

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Com a previsão de produzir 11 milhões de toneladas de carne bovina em 2024, segundo o boletim Gain Report, do USDA, o Brasil reafirma posição entre os gigantes da pecuária mundial. Este cenário reflete não apenas o potencial produtivo nacional, mas também reforça o peso do agronegócio na Economia, hoje responsável por um PIB de R$ 2,5 trilhões.

Olhando para o futuro, o país deverá contar com um rebanho de 253 milhões de cabeças até 2030, com um volume crescente de bovinos terminados em confinamento. Demanda, essa, impulsionada por países como China, Egito e outros do Oriente Médio, o que abre novas oportunidades de exportação.

Continuar com a produção exponencial de carne bovina dependerá de avanços na eficiência produtiva do rebanho e adoção de inovações tecnológicas, além uma boa capacidade de resposta à crescente pressão por práticas sustentáveis.

À medida que a conscientização ambiental se intensifica, consumidores de países reguladores exigem dos produtores métodos capazes de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e garantir a rastreabilidade dos produtos. Programas como o “Pecuária Baixo Carbono” (Programa ABC) são ótimos exemplos de adaptação a essas novas exigências.

Além disso, as inovações tecnológicas, com destaque ao uso de inteligência artificial e monitoramento remoto, deverão nortear a gestão das propriedades rurais. O melhoramento genético também será crucial, por meio do uso de biotecnologias para aumentar a resistência a doenças e melhorar a eficiência alimentar dos rebanhos e a qualidade da carne e precocidade.

Mas nem tudo poderá ser um mar de rosas, o aumento dos custos de produção pode afetar a demanda interna, levando os consumidores a buscar proteínas mais baratas. A mudança climática, por sua vez, também trará a incerteza das implicações dos eventos extremos na saúde dos rebanhos e na disponibilidade de pastagens.

Novas regulamentações ambientais e de bem-estar animal também moldarão a pecuária do futuro, exigindo adaptações e constante investimento no manejo racional. Tais transformações poderiam resultar em uma consolidação do setor, com grandes empresas ampliando operações, enquanto pequenos produtores enfrentarão dificuldades para se manterem competitivos.

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Valdomiro Poliselli Junior

Por fim, não podemos ignorar o impacto do cenário econômico e geopolítico global sobre os preços das commodities e a estabilidade dos mercados de exportação. Dentro da porteira, é imprescindível entender o ciclo pecuário para antecipar os momentos de alta e baixa dos preços do boi gordo e as oportunidades propiciadas em cada momento.

Em suma, a pecuária de corte no Brasil tem um futuro promissor, mas repleto de desafios que exigirão inovação e jogo de cintura. Para a pecuária brasileira continuar a se destacar no agronegócio global, é fundamental a todos os stakeholders unirem-se em prol de práticas sustentáveis, eficiência produtiva e gestão inteligente, assim, garantindo a competitividade do país no cenário internacional.

Valdomiro Poliselli Junior é titular da VPJ Pecuária, com fazendas em  Mococa (SP), Nova Crixás (GO) e Texas (EUA), e promotor do 27º Leilão VPJ Genética, que ocorre no dia 26 de outubro, com transmissão ao vivo pelo Connect Leilões, WV Leilões, MF Leilões, Ingado, Lance Rural e I Prime TV.

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Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

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