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No ato na Paulista, deputada Bebel defendeu frente unificada e ampla contra Bolsonaro

A deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), participou ativamente do ato público na avenida Paulista, no último sábado à tarde, dois de outubro, que reuniu 100 mil manifestantes, e defendeu uma frente unificada e ampla contra o presidente Jair Bolsonaro, para resistir e defender o povo brasileiro, que sofre as consequências “deste governo genocida”. Ao lado do vereador de São Paulo, o ex-senador Eduardo Suplicy, a deputada Bebel reforçou a necessidade de lutar contra o atual governo, responsável pelas quase 600 mil mortes no país, em função da pandemia do coronavírus, e pela situação lastimável que se encontra a economia brasileira, contribuindo para aumentar a miséria e a fome do povo brasileiro.

O ato público ocupou pelo menos dez quadras da Paulista e contou com a participação de lideranças, como do ex-ministro Fernando Haddad (PT) e de  Guilherme Boulos (PSOL). As centrais sindicais – como CUT, Força Sindical, CTB e Nova Central – marcaram presença, assim como MST, MTST, CMP, Acredito, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, UNE, ABI, Coalização Negra por Direitos e Direitos Já. De Piracicaba, pelo menos 50 pessoas participaram para ajudar a engrossar a manifestação.

Em seu discurso, a Professora Bebel disse que a luta é contra Bolsonaro, assim como contra o governador de São Paulo, João Doaria, que atacam o funcionalismo público no Estado e, consequentemente, a população que precisa dos serviços públicos. “Temos que lutar contra o governo Bolsonaro.  Esse governo não tem nenhum compromisso com os brasileiros”, discursou. Neste sexto ato público, Bebel disse que “mostramos mais uma vez o descontentamento com os desgovernos de Doria e Bolsonaro. Precisamos de uma frente unificada e ampla para tirar estes genocidas do poder”, frisou.

 

Texto de Vanderlei Zampaulo