Santa Bárbara d´Oeste 

Museu da Imigração recebe obras de preservação


Considerado um dos prédios de maior importância histórica do Município, o Museu da Imigração de Santa Bárbara d’Oeste recebe melhorias nesta semana. Os serviços consistem na higienização e limpeza do forro e calhas. Devido às obras, o andar superior intitulado “Segmento 2 – Correntes Imigratórias” está fechado para visitação. Por conta das suas virtudes de características arquitetônicas e culturais, o objetivo é preservar o prédio histórico, podendo assim, compreender e transmitir a identidade cultural da cidade. Além de visitas de barbarenses, pessoas da região e capital, atualmente o espaço recebe turistas dos Estados Unidos, vindos da Califórnia, Nova Iorque, Boston, Georgia, Lousiana e Tennessee, além de lugares de Portugal.

 

Segundo o secretário de Cultura e Turismo, Eide Froner, a melhoria é de extrema importância para a preservação à história do município. “Foi feita uma revitalização no telhado, forro e madeiramento. Estamos empenhados para demais obras no espaço com o objetivo de preservar esse importante espaço de Santa Bárbara. Local que não encanta só os brasileiros, mas também norte-americanos. Cerca de 30 estrangeiros por mês vêm ao Museu para conhecer a história de suas respectivas famílias que imigraram para as terras barbarenses”, comentou.

 

O Museu foi fundado em 30 de janeiro de 1988, a partir do acervo da Fraternidade Descendência Americana, organização da sociedade civil responsável por administrar o Cemitério dos Americanos. O museu encontra-se instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Santa Bárbara d’Oeste, edifício inaugurado em 1896, projetado em estilo eclético pelo arquiteto francês Victor Dubugras. O local é equipado com biblioteca especializada e conta com um anexo dedicado à documentação do município, o Centro de Memória de Santa Bárbara d’Oeste.

 

Seu acervo é composto por objetos diversos como indumentária, porcelanas, mobiliário, utensílios domésticos, material bélico, manuscritos, documentos, e outros pertencentes a personalidades de destaque na região, na maioria imigrantes que se estabeleceram na cidade na segunda metade do século XIX (famílias Dodson, MacKnight, Jones e Thatcher e outros itens) – como artefatos arqueológicos, fotografias, livros raros, documentos, jornais, revistas – que retratam o cotidiano da cidade e o estilo de vida da antiga sociedade barbarense.

 

Os interessados em agendar visitas monitoradas podem entrar em contato pelo telefone  (19) 3455-5082. O Museu está localizado na Rua João Lino, 371, Centro, e funciona de terça-feira a sábado, das 9 às 17 horas.

 

Assessoria de Imprensa

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