Skip to content
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
Primary Menu
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Política
  • Região
  • Brasil / Mundo
  • Feiras Livres
  • Cultura
  • Auto Motor
  • Dennis Moraes
  • Social
  • Saúde
  • Opinião
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • Brasil / Mundo

Mais de 87% da população do Brasil já possui um telefone celular

Dennis Moraes 16 de dezembro de 2024 7 minutes read
Celular
Compartilhe essa notícia!

O país é a segunda nação em termos de uso de tela, com 9 horas e 13 minutos por dia na frente de um telefone celular

 

 

Atualmente, os telefones celulares são uma ferramenta essencial para milhões de pessoas em todo o mundo, desempenhando um papel fundamental na vida cotidiana, desde a comunicação até o acesso a serviços on-line e entretenimento. Em um contexto global cada vez mais digitalizado, o uso desses dispositivos tornou-se uma das atividades mais difundidas, fazendo uma diferença significativa na forma como as sociedades interagem, consomem informações e gerenciam suas tarefas diárias.

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

O Brasil, como um dos maiores países da América Latina, reflete claramente essas tendências. Com uma alta porcentagem de sua população usando telefones celulares, o país está em um estágio de constante expansão digital, refletindo tanto as oportunidades quanto os desafios que surgem com o aumento do acesso às tecnologias da informação.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologias de Informação e Comunicação 2023 (Pnad TIC), um total de 163,8 milhões de pessoas no Brasil, o equivalente a 87,6% da população com 10 anos ou mais de idade, tinha um telefone celular para uso pessoal no ano passado.

Esse aumento tem sido uma tendência constante desde 2016, quando apenas 77,4% da população com 10 anos ou mais possuía um dispositivo móvel. Desde então, o número vem aumentando ano a ano: 81,4% em 2019, 84,4% em 2021, 86,5% em 2022 e chegando a 87,6% em 2023.

No entanto, embora a maioria da população possua um telefone celular, há disparidades regionais no acesso a essa tecnologia. Em 2023, 2,8% dos domicílios brasileiros (aproximadamente 2,2 milhões de casas) não tinham telefone celular, com maior incidência nas regiões Nordeste (5,2%) e Norte (3,8%). Em contrapartida, em outras regiões, como a Sudeste, o percentual é inferior a 2%.

Apesar da alta taxa de penetração desses dispositivos, o telefone fixo convencional ainda é relevante em uma parcela dos domicílios. No ano passado, 9,5% dos domicílios brasileiros tinham telefone fixo, embora esse número tenha sofrido uma queda significativa desde 2016, quando era de 32,6%. Por outro lado, a disponibilidade de telefones celulares nas residências tem aumentado constantemente desde 2016 e permaneceu estável nos últimos dois anos, chegando a 96,7% em 2023.

O uso de telefones celulares também apresenta diferenças significativas entre as áreas urbanas e rurais. Em 2023, 89,6% dos residentes urbanos tinham um telefone celular, em comparação com 73,7% nas áreas rurais. Essa lacuna destaca as desigualdades de acesso em áreas menos urbanizadas do país, onde o custo e a infraestrutura de telecomunicações são fatores que ainda limitam o acesso à tecnologia.

Além disso, dentro do grupo de pessoas que ainda não possuem um telefone celular, 12,4% da população, ou aproximadamente 23,2 milhões de brasileiros, não têm um telefone celular. Entre eles, mais de um terço (35,2%) são pessoas com mais de 60 anos de idade, o que sugere que os idosos enfrentam barreiras tecnológicas, seja por falta de habilidades ou por desinteresse.

Além disso, 22,6% dos não usuários têm entre 10 e 13 anos de idade, o que reflete uma desconexão entre os menores e as novas tecnologias. Os motivos mais citados incluem a falta de conhecimento sobre como usá-lo (27,8%), seu alto custo (23,4%) e a falta de necessidade do dispositivo (21,2%).

Nesse cenário, o acesso à Internet por meio de telefones celulares tem aumentado significativamente nos últimos anos. O Brasil é líder mundial no uso de plataformas digitais, conforme demonstrado pelo relatório do Electronics Hub, que afirma que os brasileiros passam, em média, 9 horas e 13 minutos por dia em frente a uma tela, o que coloca o país em segundo lugar no mundo.

Esse uso generalizado de dispositivos móveis também influenciou setores como o de empréstimos pessoais, em que muitas plataformas digitais estão otimizando o acesso ao financiamento por meio de aplicativos móveis.

A verdade é que o mercado de dispositivos móveis no Brasil continua a evoluir e os consumidores estão procurando dispositivos que ofereçam uma boa relação custo-benefício, alto desempenho e adaptabilidade a várias necessidades. Marcas como Samsung, Apple e Xiaomi continuam sendo as mais populares no país. Em particular, os telefones de gama média e alta, como o Galaxy S24 da Samsung e o iPhone 15 da Apple, dominam as vendas, embora a crescente concorrência de marcas como a Xiaomi esteja impulsionando a demanda por dispositivos mais acessíveis.

Por outro lado, o uso de smartphones está interligado ao crescimento das ferramentas de inteligência artificial (IA). O ChatGPT da OpenAI, por exemplo, conquistou uma grande base de usuários no Brasil.

Uso de telefones celulares nas escolas

O uso de telefones celulares nas escolas tem gerado um intenso debate no Brasil, com discussões sobre seu impacto na aprendizagem, na disciplina e na interação social dos alunos. Em um contexto global em que a tecnologia desempenha um papel central na educação, o país está avançando na discussão sobre como integrar ou restringir esses dispositivos no ambiente escolar.

Pesquisas recentes revelam um amplo consenso sobre a necessidade de regulamentar seu uso, embora as opiniões variem sobre o nível adequado de restrição e as implicações práticas da implementação de tais medidas. De acordo com a pesquisa da Nexus, 86% dos brasileiros são a favor de alguma forma de restrição ao uso de telefones celulares nas escolas e 54% apoiam a proibição total.

Entretanto, 32% consideram que os dispositivos só devem ser permitidos para atividades pedagógicas com a supervisão do professor. Enquanto isso, apenas 14% se opõem a qualquer tipo de restrição. Os jovens, curiosamente, são os que mais apóiam essas medidas. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 46% apoiam a proibição total, enquanto 43% defendem o uso parcial controlado, sendo que 89% concordam com alguma forma de restrição.

Entre as faixas etárias mais velhas, as posições variam. Cinquenta e oito por cento das pessoas com idade entre 41 e 59 anos apoiam a proibição total, enquanto entre as pessoas com mais de 60 anos o apoio cai para 32%. Além disso, a renda também influencia as percepções: 67% dos que ganham mais de cinco salários mínimos apoiam a proibição total, em comparação com 54% da população em geral.

O debate chegou ao nível legislativo. A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou recentemente um projeto de lei que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas públicas e particulares, exceto para atividades pedagógicas específicas. Essa legislação, que inclui até mesmo restrições durante o recreio, estabelece protocolos para o armazenamento dos dispositivos e torna os alunos responsáveis por sua guarda. Em nível nacional, o Ministério da Educação está trabalhando em propostas semelhantes, embora nenhum progresso concreto tenha sido feito até o momento.

Os pais também demonstram preocupação. De acordo com uma pesquisa do Datafolha, 65% deles apoiam a proibição do uso de celulares por crianças e adolescentes nas escolas e 78% acreditam que esses aparelhos causam mais danos do que benefícios ao aprendizado.

Vale ressaltar que uma porcentagem significativa dos pais admite que seus filhos já possuem telefones celulares, o que aumenta a complexidade do problema. Assim, o debate no Brasil continua buscando equilibrar os benefícios da tecnologia com um ambiente educacional propício ao desenvolvimento dos alunos.

(Os comentários são de responsabilidade do autor, e não correspondem à opinião do SB24Horas)

About The Author

Dennis Moraes

https://dennismoraes.com.br/

See author's posts

Compartilhe essa notícia!

Post navigation

Previous: Vale-Pedágio tem novas regras a partir de janeiro; saiba o que muda
Next: Posse e eleição da mesa diretora marcam início do mandato 2025-2028 em Santa Bárbara d’Oeste

Relacionadas

fpso_p-78_chegada_campo_de_buzios_foto1_-_credito_divulgacao_petrobras_1.jpg
  • Brasil / Mundo

Petrobras supera projeções e tem produção recorde em 2025

Redação 16 de janeiro de 2026
real_moedadinheiro_jfcrz_abr_1701220046_1.jpg
  • Brasil / Mundo

Brasil quita R$ 2,2 bilhões com organismos internacionais em 2025

Redação 16 de janeiro de 2026
img_8166.jpg
  • Brasil / Mundo

Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

Redação 16 de janeiro de 2026
  • Quem Somos
  • Expediente
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião Paiva Netto PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping tratamento Vacinação vagas Vereadores

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Fale Conosco