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Luta Antimanicomial é discutida por profissionais da Saúde Mental

Redação 20 de maio de 2014 4 minutes read

Com o tema “SUStentar a diferença: trancar não é tratar”, profissionais da área, familiares de pacientes da Saúde Mental da cidade e a população se reuniram nesta terça-feira (20) para debater sobre a Luta Antimanicomial na Estação Cultural. O evento promovido pela Secretaria de Saúde de Santa Bárbara d’Oeste, por meio da Saúde Mental e Educação Permanente, contou com Mesas de Debates e Grupos de Discussão, além da exposição do tema “Reforma Psiquiátrica x Manicômios Reformados: qual o modelo que queremos?”, pela professora Disete Devera, pela manhã. Além disso, houve no período da tarde também a discussão sobre “Políticas para Tratamento da Dependência Química: para além da guerra contra as drogas” pela terapeuta ocupacional do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) AD (Cândido Ferreira), Larissa Frungilo. Foram credenciadas para a mesa de debates 150 pessoas.

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Antimanicomial 01 - imprensaDurante a abertura oficial do evento, o secretário de Saúde, Dreison Iatarola, ressaltou que a antigamente as pessoas diagnosticadas com transtornos mentais eram tiradas do convívio social. “Em 2001 a Lei Paulo Delgado foi sancionada no Brasil, direcionando a assistência em saúde mental e oferecendo tratamento em serviços de base comunitária, tendo assim convívio adequado. Hoje é uma doença que mais acomete as pessoas no mundo. O Brasil é o campeão em consumo de rivotril, por exemplo, e em pouco tempo as doenças mentais serão a principal causa de consulta médica e irão ultrapassar as causas das doenças cardiovasculares. Sendo assim, é uma doença como qualquer outra e não deve repercutir na vida do indivíduo e nem na vida do coletivo”, frisou.

 

O objetivo foi abrir um espaço de diálogo público acerca da Reforma Psiquiátrica para contribuir na implementação de serviços de Saúde Mental a partir do modelo de Atenção Psicossocial. “A luta Antimanicomial teve início, no Brasil, no final da década de 1970, a partir do movimento de trabalhadores e pacientes de manicômios que denunciaram essas instituições por maus-tratos, supermedicalização e outros procedimentos que violavam a dignidade humana. A partir disso nasce uma nova proposta: o tratamento em liberdade, com foco na inserção social e emancipação do sujeito. Uma série de leis e portarias é lançada no sentido da construção de uma Rede de Atenção Psicossocial, com foco nos CAPS e na Atenção Básica, prevendo um tratamento digno àqueles com sofrimento psíquico”, comentou o coordenador da Saúde Mental da cidade, Alexandre Ceconello Marinho.

Marinho enalteceu que estiveram presentes representantes dos Serviços de Saúde Mental de outras cidades da região, como Americana, Nova Odessa e Piracicaba. Ele afirmou que a ação foi positiva como o número de inscritos. “Os debates trouxeram grandes reflexões, onde foram levantados vários temas, inclusive com a participação na primeira mesa de debates. Esperamos que este seja apenas o primeiro de muitos momentos para esta interlocução com a comunidade geral, tendo como princípio básico a construção de políticas públicas efetivas de Saúde Mental que atendam as necessidades da população”, destacou.

Movimento

 

Em dezembro deste ano, completam-se 20 anos do II Congresso Nacional dos Trabalhadores em Saúde Mental, momento que marcou o início da Luta Antimanicomial brasileira. No mês de dezembro de 1987, na cidade de Bauru, em São Paulo, 250 manifestantes, dentre usuários e trabalhadores de saúde mental, foram para as ruas, de faixas em punho e palavras de ordem, gritando por uma sociedade sem manicômios.

 

Após isso, movimento da Luta Antimanicomial é realizado em todo o país e tem como objetivos o fechamento dos manicômios, a desinstitucionalizacão de pacientes que viveram durante anos em hospitais psiquiátricos e a substituição do modelo manicomial por serviços substitutivos como os CAPS que utilizam uma lógica de cuidados humanizados com o acompanhamento de uma equipe multiprofissional.

 

Foto: Marcel Carloni

 

Assessoria de Imprensa

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