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Jovens desenvolvem novo conceito de embalagem para transporte de órgãos

A relevância do Brasil no processo de transplante de órgãos é evidenciada por possuir o maior sistema do mundo e ocupar, na atualidade, a segunda posição em números absolutos de transplantes.

Entretanto, assim como inúmeros outros países, enfrentamos uma dificuldade muito grande em ralação ao sistema de transporte desses órgãos. Atualmente, o mercado até apresenta opções de embalagem para esse processo, mas com valores que chegam a sete mil reais, o que faz com que os materiais sejam transportados em coolers comuns, que são comprados em mercado, o que traz muitos riscos de congelamento para os órgãos.

 

Pensando nisso, alunos de Engenharia de Produção do Instituto Mauá de Tecnologia desenvolveram um novo conceito de embalagem para transporte de órgãos que garante a integridade, segurança e preservação do material, tornando o produto mais leve, menor e mais prático.

Além do custo que promete ser cerca de sete vezes mais baixo, o produto é mais ergonômico para quem o carrega, sendo mais leve – por funcionar com um sistema de refrigeração e não mais com gelo – e espaçoso. Além disso, a embalagem possui nichos específicos para o armazenamento de outros materiais que são necessários quando ocorre a coleta do órgão e que atualmente são levados em mochilas comuns, porém, também precisam de refrigeração.

Outro grande diferencial é o sistema de GPS integrado que garante o monitoramento e localização da embalagem.

Os interessados em conhecer o novo conceito em embalagens para transporte de órgãos, desenvolvidos pelos estudantes de Engenharia de Produção, podem conferir a apresentação do projeto na Eureka, evento que ocorre nos dias 27 a 29 de outubro, das 14h às 20h30, no campus de São Caetano do Sul.

Alunos: Ana Carolina Simões Ribeiro Eppinger Caruso, Gustavo Murad Quintero, Paola Terilli e Raíssa Padial Passos.

Orientador: Prof. Mestre Ari Nelson Rodrigues Costa.

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