Tecnologia 

Jovens criam concreto condutor de eletricidade

Imagem ilustrativa

Produto pode ser utilizado para aquecer pisos internos, degelo
e auto-regeneração de estradas

O concreto convencional, como pode ser encontrado hoje no mercado, não é um material condutor de eletricidade. Em alguns de seus usos, isso não seria, necessariamente, um diferencial. Contudo, quando pensamos em aquecimento de ambientes e em estradas e rodovias, a energia elétrica pode ser essencial.

Nas residências ou até mesmo em edifícios comerciais, o concreto condutor de eletricidade pode ser usado para aquecer o ambiente, eliminando a necessidade de aquecedores, por exemplo.

Mas como o produto seria necessário nas estradas e rodovias? Mundo a fora, sofremos com problemas com trincas, fissurações e demais deformidades no asfalto. Com a eletricidade, seria possível aquecê-lo, tornando o material levemente maleável e naturalmente corrigindo suas imperfeições.

Já em locais muito frios, o concreto condutor de eletricidade seria capaz de descongelar estradas cobertas por gelo, evitando muitos acidentes de trânsito.

Em seus estudos, os alunos de Engenharia de Civil do Instituto Mauá de Tecnologia já conseguiram produzir um material que chegue a 63ºC e os testes ainda continuam.

As conclusões do projeto serão apresentadas ao público no Instituto Mauá de Tecnologia, nos dias 27 a 29 de outubro, das 14h às 20h30, no campus de São Caetano do Sul.

Alunos: Felipe B. Tadini, Guilherme A. Akiyama, Rodrigo C. Silva e Vitor O. de Andrade.

Sobre o Instituto Mauá de Tecnologia 

O Instituto Mauá de Tecnologia – IMT promove o ensino científico-tecnológico, visando formar recursos humanos altamente qualificados. Há 55 anos, o IMT, com campi em São Paulo e São Caetano do Sul, mantém duas unidades: Centro Universitário e Centro de Pesquisas. O Centro Universitário oferece cursos de Graduação em Administração, Design e Engenharia. Na Pós-Graduação são oferecidos cursos de aperfeiçoamento, especialização e MBA nas áreas de Gestão, Design e Engenharia, além do programa de Mestrado em Processos Químicos e Bioquímicos. O Centro de Pesquisas, há 51 anos, desenvolve tecnologia para atender às necessidades da indústria.

 

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