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Força de trabalho feminina: mulheres já representam 43% dos cargos de liderança no Brasil

Redação 16 de setembro de 2019 4 minutes read

Anelise Marcolin, diretora da Fundação Pró-Renal
Divulgação

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Cerca de 70% do quadro de funcionários da Fundação Pró-Renal são mulheres

Atualmente no Brasil há 9,3 milhões de mulheres empreendedoras, segundo a Agência Sebrae de Notícias, o que representa 34% de todos os negócios formais e informais do país. A busca pela independência financeira ou ter uma outra fonte de renda são os principais motivos que levam as mulheres a se tornarem empreendedoras.

O número de mulheres que são chefes de família também é um número considerável. “Antes as mulheres não lutavam pelo espaço, era apenas um complemento para a renda. Em torno de 43% atualmente são chefes de domicílio, é um número bastante significativo. Antes a mulher buscava por condições diferentes. Hoje não há mais motivos para ganhar menos”, afirma Juliana Bacilla de Souza, consultora de negócios do Sebrae-PR. Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2017, dos 2,6 milhões de empregos em cargos de chefia, 1.143.821 eram ocupados por mulheres.

Um estudo chamado Mulheres, Empresas e Direito 2019, feito pelo Banco Mundial, mostra que o Brasil, se comparado a outros países, encontra-se em uma boa posição no que diz respeito a liberdade das mulheres em se deslocar, iniciar em um emprego, trabalhar sem a permissão do marido e tendo autonomia de gerenciar.

Mas as mulheres empreendedoras ainda encontram outra dificuldade: as linhas de financiamentos. O valor de crédito disponibilizado para empréstimos para elas em instituições bancárias é de R$ 13 mil a menos do que para os homens e a taxa de juros é de 3,5% a mais — mesmo que o público feminino represente uma taxa de inadimplência menor que o público masculino, sendo 3,7% para 4,2%. “Hoje mais de 50% dos negócios iniciais são liderados por mulheres, em diversas áreas. O empreendedorismo por oportunidade voltou a crescer. As mulheres estudaram, voltaram a crescer, foram atrás e fizeram diferente do empreendedorismo por necessidade”, explica a consultora do Sebrae-PR.  

MULHERES NO PODER — Na Fundação Pró-Renal de Curitiba, 69,2% dos funcionários são mulheres e, dessas, 12 são líderes, representando 8,5% em relação ao número geral de funcionários. Um exemplo é Anelise Marcolin. Diretora executiva da instituição há dez anos, enfermeira de formação e pós-graduada em Nefrologia, ela conta que sua carreira foi desenvolvida sempre em empresa multinacional. “Trabalhei em vendas e em marketing no desenvolvimento de produtos; coordenei e implantei programas de qualidade em saúde em clínicas de diálise em diferentes regiões do Brasil, também liderei equipes e participei de desenvolvimento de eventos de saúde. Meu aperfeiçoamento sempre foi voltado para gestão empresarial e liderança”, conta. Para ela, para ser diretora de uma instituição sem fins lucrativos, é necessário ter criatividade, entender as áreas de captação de recursos e é crucial diversificar inovar as fontes de receitas.

As mulheres ainda enfrentam muitas dificuldades relacionadas ao preconceito e ao machismo dentro das organizações quando o assunto é o mercado de trabalho. Um bom exemplo são os salários pagos a elas, que, segundo a RAIS, representam 69,8% do salário dos homens. “Quanto a diferença salarial acho uma grande injustiça, pois não é o gênero que define a entrega do resultado, mas sim o compromisso e as competências para com as metas institucionais; acredito muito na competência e habilidade feminina em liderar”, complementa Anelise.

“A ascensão das mulheres é inevitável não só na saúde, mas em diferentes áreas ditas, inclusive as exclusivas aos homens. Acho fundamental quebrar muitos preconceitos, como fragilidade, instabilidade de humor, falta de foco; ao contrário, somos muito mais focadas, dedicadas e trabalhamos muito melhor com equipes”, defende Anelise, que acredita no poder de compartilhar das mulheres, na flexibilidade e no poder de comunicação. “Acho que as mulheres são muito preparadas para ensinar e não reter o conhecimento. Aprendemos a respeitar as diferenças e a trabalhar com a multidisciplinaridade das equipes”, finaliza a diretora da Fundação Pró-Renal. 

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