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Flores comestíveis são refrescantes, ricas em vitaminas e pouco calóricas

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Que tal incluir flores comestíveis na salada? Parece estranho mas não é. “As pessoas procuram as flores porque trazem beleza, sabor e aroma. Adicioná-las à receita é uma manifestação de apreço e carinho com o alimento”, diz Deborah Gaiotto, em entrevista à revista BONS FLUIDOS. Ela cultiva mais de 20 tipos dessas delícias coloridas na Fazenda Maria, em Tatuí, no interior paulista.

Além de saborosas e refrescantes, elas são pouco calóricas, por isso, auxiliam na perda de peso. A explicação para isso é simples: 95% da massa das pétalas das flores contêmágua. Também marcam presença as vitaminas A, B e C.

Cada uma das flores tem suas peculiaridades. Algumas são levemente amargas ou adocicadas, outras quase não têm gosto e cumprem apenas a função de deixar o prato mais bonito.

Aposte na flor de jambu! Em poucos segundos na boca, ela aguça os sentidos e cria uma boa sensação de dormência e formigamento para, em seguida, salgar o paladar. Já a capuchinha é a mais requisitada pelo colorido e pelo sabor que lembra o agrião. Ela é rica em luteína, que ajuda a prevenir doenças dos olhos. E a calêndula? Tem um sabor picante e pode substituir o açafrão em diversas receitas.

Você pode usar essas florzinhas em vários tipos de pratos. Na cozinha árabe, por exemplo, a rosa entra no preparo de cremes e musses. A capuchinha pode ser usada em um belo patê de ricota. Experimente a flor de manjericão em um pesto para servi-lo com pão. Utilize a flor de erva-doce em saladas e molhos. A cravina vai muito bem em geleias. E o que fazer com o amor-perfeito? Inclua em uma salada de frutas refrescante.

Mas atenção! Só consuma as flores comestíveis orgânicas, de procedência conhecida e vendidas em lugares especializados. Flores de floricultura só servem para enfeitar ambientes, ok! É que elas são facilmente contaminadas por substâncias químicas. Além disso, muitas delas são tóxicas. Por isso, cuidado!

Fonte: Abril