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Felipão mantém base da Seleção, mas lembra que ainda há oportunidades para 2014

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Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Após a divulgação da lista de convocados para os amistosos contra Honduras e Chile, os últimos de 2013, o técnico Felipão concedeu entrevista coletiva no salão Leme do Hotel Sheraton Rio.

Entre as diversas perguntas recebidas, grande parte disse respeito à volta de Robinho, que atuou pela última vez pela Seleção Brasileira na Copa América de 2011. Felipão disse que há algum tempo vem observando o desempenho do atacante do Milan com o objetivo de relacioná-lo.

– O Robinho está voltando pela sua alegria de jogar, mas também pela sua experiência na Seleção. Foi convocado 101 vezes, contando com esta, disputou 88 partidas, marcou 28 gols e participou de duas Copas do Mundo. Além de tudo, é um jogador que acrescenta muita coisa positiva ao ambiente, é um jogador que traz benefícios para o grupo.

Afora as reconhecidas qualidades técnicas que Felipão vê no atacante do Milan, existe a possibilidade de sua presença trazer uma possível alternativa tática para a Seleção Brasileira.

– Ele é um jogador ousado, capaz de improvisar, e é essa ousadia que quero dele na Seleção Brasileira. É também um jogador versátil, que atua em várias posições na frente, e que pode me dar a possibilidade de uma alternância tática na equipe.

Felipão manteve a base da Seleção Brasileira que vem repetindo a cada convocação, mas reservou duas novidades que terão uma grande oportunidade de seguir no grupo.

– Temos muitos amigos na Europa e várias fontes de informação. O Marquinhos é um grande zagueiro, vem jogando muito bem ao lado do Thiago Silva no PSG, e o Willlian, que está em boa fase no Chelsea, viu chegar a sua oportunidade, já que tivemos de desconvocar o Diego Costa.

Como a Seleção Brasileira só tem oficialmente três amistosos pela frente, os dois de novembro e um em março de 2014, um repórter perguntou se o grupo que disputará a Copa do Mundo de 2014 já não estaria praticamente formado.

– Sempre haverá oportunidades para um jogador aparecer e ter a sua chance. Não custa lembrar o exemplo do Kaká, que jogou pela primeira vez na Seleção Brasileira em 2002, a poucos meses da Copa, e acabou fazendo parte do grupo pentacampeão do mundo.

 

CBF

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