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“Eu trabalho no meio de homens e sou muito respeitada” diz Tainá Grando

Redação 8 de março de 2019 3 minutes read

A coreógrafa mais famosa do funk fala sobre seu dia a dia de trabalho, respeito, assédio e a relação com os homens no ambiente profissional

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

 

 

 

Tainá Grando é coreógrafa e referência no funk, gênero musical que é considerado por muitos estimulador da libido e exploração da sensualidade, e por isso alvo constante de preconceito.

 

No imaginário popular existe a ideia de que no trabalho, mulheres como Tainá Grando possam ser vítimas de assédio devido às coreografias, a exposição e danças sensuais.  No entanto, a coreógrafa revela que isto não acontece:“é fato que a gente quando está no palco ou num clipe dançando isso chama atenção, é óbvio que vai atrair olhares, mas tem que haver um respeito. A gente sabe diferenciar carinho e admiração da abordagem maldosa. Eu quando vejo que falta o respeito eu corto na hora, mas foram raras as vezes que alguém veio até mim com comentários maldosos. Apesar de trabalhar no meio de homens eu sou muito respeitada. Não há abuso”.

 

Sobre o fato do ambiente de trabalho e do funk flertar o tempo todo com a sensualidade, Tainá Grando diz que não há espaço para o assédio: “Felizmente, nem tem tempo pra rolar assédio (risos) porque as pessoas tem preocupação com o trabalho. A gente esta ali trabalhando e estamos todos preocupados em fazer o nosso melhor. Não há nem tempo pra pensar bobagem. Cada um dos profissionais ali está preocupado com as suas coisas e com que tudo fique perfeito”.

 

Tainá conta também qual é a sua reação quando acontece de alguém passar dos limites: “Ali no ambiente de trabalho nunca aconteceu. Mas eu sou uma pessoa que observa muito e já corto quando alguém tenta assediar a mim e as meninas do meu balé. Eu sou curta e grossa, apesar de brincalhona. Procuro ser sempre amiga de todos, mas não admito assédio e cantada inconveniente. Por isso várias pessoas do meio do funk, produtores, artistas, e staff falam que mesmo eu trabalhando com homens eu sou respeitada”.

 

Sobre a imagem que o funk passa para as pessoas, Tainá esclarece que as coisas não são como pensam:“É tudo muito profissional, não é ‘pegação’. As pessoas não podem achar que é bagunça, tem que ter respeito em primeiro lugar, além disso eu sei me posicionar. Se vier com comentário babaca vai levar uma e vai ouvir muito”.

 

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Fotos: MF Press Global 

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