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Estação Cultural realiza a 2ª Mostra de Oficinas com apresentações dos alunos das oficinas de 2016.


A Estação Cultural, espaço plural e multicultural da Fundação Romi, promoveu, ao longo de 2016, diversas oficinas beneficiando mais de 300 alunos, de diferentes idades em diferentes modalidades culturais. Como resultado das ações desenvolvidas pelos oficineiros e seus alunos, dia 17 de dezembro, a partir das 10 horas, o espaço Armazém receberá grandes apresentações. A entrada é franca e o evento é aberto todos os públicos.

Ipon, Handori, Ossotogari, entre outros golpes e técnicas do Judô foram aprendidos pelas mais de 100 crianças e adolescentes que fizeram parte do Projeto Judô Socioeducativo, desde fevereiro. Realizado pela Associação Paulo Alvim de Judô de Atibaia (APAJA), na Estação Cultural, em parceria com a Fundação Romi que, através do Fundo Municipal de Assistência Social de Santa Bárbara d´Oeste do Conselho Municipal de Assistência Social da Secretaria Municipal de Promoção Social de Santa Bárbara d´Oeste, viabiliza o projeto. 

“Abre a roda, abre a roda, abre a roda e não se espanta. O meu baque é vermelho, e branco é o Baque de Santa”, com muita ginga e batuque o Baque de Santa, que oferece oficina aberta toda quarta-feira, promete vibrar o armazém com seus tambores. Os, aproximadamente, 30 participantes da oficina vão apresentar para o público um pouco do que é o Maracatu.

Pincéis, guardanapos, tintas de tecido, aventais, tecidos, traços, riscos, carbonos, esses elementos foram utilizados toda sexta-feira, de agosto até novembro, pelos participantes da oficina “Meninas e Flores” proposta pela artista plástica Elisabete Padovezi. Durante os quatro meses de oficina, que resultou num total de 17 encontros, foi aprendido técnicas de pintura em tecido, com desenhos voltados a meninas e flores, que é o tema. Durante a 2ª Mostra de Oficinas, as peças criadas pelos alunos estarão expostas. 

Também haverá exposição de Mandalas, que foram confeccionadas pelos participantes da oficina realizada em novembro. Mandala é universalmente o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia. É uma palavra sânscrita que significa círculo. Os alunos desta oficina aprenderam a manusear fios de lã e armações, para reproduzirem esses círculos integrados, que causam a impressão de continuum e movimento. As peças produzidas compor a decoração de ambientes, a arquitetura de casas e espaços e, para alguns, correspondem a atributos divinos e manifestação de mantras. 

Maculelê, samba de roda e roda de capoeira foram algumas das vivências que os mais de 30 alunos da Oficina de Capoeira tiveram durante 2016, desde fevereiro. O contramestre e seus aspirantes à capoeiristas convidam a população para prestigiarem o evento e participarem de toda ginga. Ministrada pelo contramestre Motta Jr, tem como essência a valorização desse misto de arte e esporte e, traz à tona, a cultura popular, de matriz africana, recentemente reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Em abril de 2016 começou a fazer parte da grade de oficinas da Estação Cultural o Hip Hop. Os encontros aconteceram aos sábados, com duração de duas horas, comandados elo grupo Six Stepcrew. Hip hop é um gênero musical, com uma subcultura iniciada durante a década de 1970, nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Afrika Bambaataa, reconhecido como o criador do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing, a breakdance e o graffiti.

O K-POP, que está na grade de programação desde 2015, é uma oficina de dança de rua, com passos e coreografias da cultura sul-coreana. Uma mistura de hip hop, pop e eletrônico. Os participantes tiveram contato com a forma mais atual da música pop sul-coreana – dance pop, pop ballad, electronic, rock, metal, hip hop e R&B – e prepararam uma apresentação inusitada.

“É um prazer enorme, além de uma grande realização da Estação Cultural e de todos aqueles que ocupam este espaço plural e multicultural, vivenciar a concretização de mais um ano repleto de ações de formação e democratização do acesso à cultura nas suas mais diversas formas de expressão. Muito distinto daquele espaço abandonado e deteriorado que era a antiga Estação Ferroviária, a Estação Cultural, revitalizada e vivaz, beneficiou, somadas todas as suas atividades, mais uma vez, aproximadamente 13mil pessoas ao longo de 2016. Pessoas essas que vão desde expectadores de shows, mostras e eventos, até oficineiros e alunos, principalmente, crianças e adolescentes. Não há como não orgulhar-se deste trabalho”, pontua Vainer Penatti, Superintendente da Fundação Romi.

Realização Fundação Romi

Informações: Estação Cultural, Av. Tiradentes, 02, centro, Santa Bárbara d´Oeste. 19.3455.4833. estacaocultural.org.br

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Dennis Moraes