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Dores e doenças respiratórias: fisioterapia se torna aliada no frio

Dennis Moraes 18 de junho de 2025 5 minutes read
fisioterapia

Foto: Freepik

Tratamentos fisioterapêuticos ajudam a prevenir e aliviar sintomas causados pelas temperaturas baixas 

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Com a chegada das estações mais frias, como outono e inverno, é comum o aumento de dores corporais e doenças, principalmente respiratórias. O clima frio favorece o surgimento de condições como asma, bronquite e pneumonia, além de dores musculares, articulares e até complicações neurológicas. Nesses casos, a fisioterapia torna-se uma grande aliada, atuando tanto na prevenção quanto no tratamento dessas enfermidades. Segundo o professor Felix Neto, do curso de Fisioterapia da Universidade Guarulhos (UNG), durante os períodos de baixas temperaturas, a atuação do fisioterapeuta é essencial para preparar o corpo, reduzir o risco de complicações e evitar hospitalizações, principalmente entre os grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Doenças respiratórias em alta no frio

As frentes frias, o ar seco e a tendência de manter os ambientes fechados criam o cenário ideal para o aumento de doenças respiratórias, como asma, bronquite, bronquiolite infantil, pneumonia, rinite, sinusite e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Nessas condições, ocorre a contração dos músculos das vias aéreas, dificultando a respiração devido ao espessamento das secreções, um quadro chamado de broncoespasmo. “A fisioterapia respiratória oferece técnicas capazes de ajudar a reverter esse quadro, como higiene brônquica, drenagem postural, fortalecimento dos músculos respiratórios, ventilação não invasiva e manobras de reexpansão pulmonar, que aumentam a capacidade respiratória”, explica Neto.

As crianças merecem atenção redobrada. Doenças como a bronquiolite exigem cuidados específicos para evitar contaminações, especialmente em ambientes compartilhados, como salas de espera. “Os oais devem estar informados sobre os benefícios da fisioterapia respiratória, que ajuda a fortalecer os pulmões e reduzir os riscos durante crises agudas”, orienta o professor.

Impactos do frio no sistema músculoesquelético

O frio também afeta músculos, tendões e articulações. Assim como as vias aéreas se contraem, a vasoconstrição – contração dos vasos sanguíneos – reduz o fluxo sanguíneo, contribuindo para inflamações e rigidez. Isso favorece o surgimento de tendinites, tenossinovites e bursites, principalmente em ombros, joelhos e punhos. As câimbras também são algumas das alterações patológicas suscetíveis em épocas mais geladas.

A vasoconstrição pode ainda aumentar o risco de eventos graves, como Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto, especialmente em pessoas com predisposição (obesos, fumantes, idosos e sedentários). A contração muscular também costuma ser uma das causas nos pacientes com fibromialgia. Eles sofrem mais durante as baixas temperaturas porque os nervos têm uma sensibilidade maior durante esta época, aumentando a dor e o desconforto.

Para tratar essas condições músculoesqueléticas, Felix Neto ressalta a utilização de algumas técnicas e recursos, como termoterapia (superficial e profunda) e método de aplicação de calor nos músculos e tendões. O objetivo é reduzir a rigidez articular e aliviar as dores. “Existem diversos aparelhos de ondas curtas, infravermelho e ultrassom que podem amenizar essas indisposições. Há também as técnicas fisioterapêuticas manuais de liberações miofascial e articular, fortalecimento específico das articulações, técnicas neurodinâmica para rigidez neurais e métodos eletroterapêuticos (Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS), Estimulação Elétrica Funcional (FES), laser, agulhamento a seco e acupuntura), complementados por programas de exercícios personalizados”, informa.

Outros cuidados importantes

Um fenômeno comum no inverno é a mudança na coloração dos lábios, unhas e pontas dos dedos, que podem ficar roxos. Este tipo de situação é conhecido como fenômeno de Raynaud, quando um espasmo vascular impede a circulação adequada de sangue oxigenado. Em casos mais graves, há o risco de necrose. Por isso, é fundamental evitar exposição prolongada ao frio.

Pacientes com doenças neurológicas, como Parkinson, sentem intensificação de sintomas, como tremores. Já entre os idosos, o frio aumenta a rigidez articular e compromete o equilíbrio, triplicando o risco de quedas. “Para esses casos, a fisioterapia oferece treinos de equilíbrio, propriocepção e hidroterapia em piscinas aquecidas, além de cinesioterapia e termoterapia para melhorar a mobilidade e prevenir acidentes”, orienta o especialista.

Fisioterapia do sono: uma nova fronteira

Outro campo em destaque é a fisioterapia voltada à qualidade do sono. Estudos recentes apontam que noites mal dormidas afetam diretamente as saúdes muscular e imunológica.

Pacientes com rinite ou sinusite, por exemplo, tendem a respirar mal à noite. A fisioterapia entra como suporte com exercícios respiratórios, mobilizações e drenagens, favorecendo um organismo mais resistente ao frio.

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Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

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Tags: doenças respiratórias dores fisioterapia frio

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