Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Musa 24 Horas
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
  • Dennis Moraes
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

  • Variedades

Do acolhimento até a alta hospitalar, serviço social de hospitais SUS supera desafios e faz a diferença na vida de pacientes

Dennis Moraes 10 de maio de 2023 5 minutes read
1683723994868

Assistentes sociais localizam familiares de pacientes, garantem apoio e tornam ambiente hospitalar mais humano

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Acolhimento de pacientes, escuta sensível de familiares e fortalecimento de vínculos. Atividades assim se repetem na rotina de assistentes sociais que estão presentes nos corredores, quartos e portas de entrada do Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba (PR). Quem chega para receber algum tipo de atendimento, muitas vezes está inconsciente ou apresenta dificuldades de fala, e é nessa hora que os profissionais entram em ação. Em um momento de fragilidade e dor, o serviço social não mede esforços para buscar pela família e garantir os direitos de cada paciente. Para além da intermediação do contato, a missão diária é tornar o ambiente hospitalar mais humano e acelerar o processo de cura.

Os assistentes sociais assumem o papel de se colocar no lugar do outro, com o objetivo de entender suas necessidades e perspectivas. Nos bastidores do hospital com atendimento 100% via SUS, Kátia Schmeing e Caroline Ferreira Borges fazem parte de uma equipe de doze assistentes sociais que se dedicam diariamente a cumprir suas funções, certos de que poderão fazer a diferença e ser a acolhida indispensável em qualquer hora. Assim como outros colegas de profissão, elas escolheram a área movidas pelo sentimento de empatia, que transforma-se em empenho para levar à população os conhecimentos necessários para a garantia dos seus direitos. “Todos os dias, precisamos ponderar e compreender a realidade social de cada um, interferindo da melhor forma possível”, afirma Kátia, que lidera o serviço social do Hospital Universitário Cajuru.

Jornada incansável

O trabalho dos assistentes sociais começa no momento que o paciente chega ao hospital. A equipe discute e elabora um plano de ação, incluindo desde os pontos mais delicados da situação até a necessidade de encaminhamentos para serviços públicos. A assistente social Kátia Schmeing explica que, após a identificação do paciente, é feito contato com a família. “Caso a pessoa não esteja consciente, a equipe busca por documentos pessoais e inicia a busca por familiares com base nos dados cadastrados em sistemas integrados de saúde. Contudo, quando não há documentos de identificação e demora na melhora, o serviço social pede, por ofício, que o Instituto de Identificação, da Polícia Civil, faça a coleta das digitais e as coloque no sistema em busca de pessoas compatíveis. Caso isso ocorra, as informações são enviadas ao hospital”, detalha.

Fundamentais na garantia da atenção integral à saúde dos pacientes, os assistentes sociais trabalham em conjunto com uma equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais da saúde. Um dos papéis importantes desempenhados pelo serviço social é auxiliar os pacientes e suas famílias a entenderem os procedimentos médicos e os cuidados após a alta hospitalar. “Durante a reunião entre a equipe médica e a família, há um momento em que precisamos falar sobre o quadro clínico do paciente e seu prognóstico. Ali, é comum a família questionar sobre os cuidados futuros e sentir-se insegura com relação à desospitalização. Essa é a hora em que a presença do serviço social faz toda diferença porque garante que o paciente tenha acesso a todo o suporte social disponível”, aponta o médico Ronnie Barreto Arrais Ykeda, coordenador dos cuidados paliativos do Hospital Universitário Cajuru.

Lidar com a morte de pacientes e acompanhar o momento que essa notícia é dada para seus familiares é uma das situações mais delicadas na rotina do serviço social hospitalar. Para isso, a assistente social Caroline Ferreira Borges conta que é preciso ter empatia e sensibilidade, além de estar preparado para oferecer o apoio necessário nesse momento difícil. É um trabalho realizado junto com a equipe médica, que muitas vezes precisa do suporte do assistente social para orientar familiares sobre procedimentos legais e funerários. “Esse trabalho integrado permite que as demandas de cada paciente sejam avaliadas de forma ampla e individualizada, garantindo um atendimento mais humanizado. A colaboração entre os profissionais é fundamental para agirmos corretamente com cada momento, desde um óbito até a alta hospitalar”, ressalta.

Movidos pela paixão

Para compreender cada indivíduo, os assistentes sociais utilizam seus instrumentos de batalha que incluem habilidade e técnica adquiridos ao longo de anos de estudos, aliados ao amor ao próximo. “Já coleciono histórias de pessoas que voltaram para o convívio familiar depois de mais de 20 anos, apenas porque demos o pontapé inicial e colocamos o paciente em contato com a família. Por isso, sou apaixonada pelo trabalho de procurar os familiares de cada um que está internado no hospital”, revela Caroline. O esforço dos assistentes sociais do Hospital Universitário Cajuru é apenas uma amostra do que esses profissionais fazem diariamente em instituições de todo o país. Eles firmam um compromisso em prol da sociedade, com um olhar voltado para o próximo e o intenso desejo de dar apoio aos pacientes e suas famílias, garantindo o acesso não apenas ao tratamento médico, mas também a serviços e recursos que possam ajudá-los em sua jornada de recuperação. “Tudo começa com a compreensão da realidade que os cercam, entendendo as diferenças entre os indivíduos e as camadas sociais. Além disso, precisamos deixar claro que eles podem confiar na instituição e que não estão sozinhos nesse momento difícil”, conclui Kátia. 

  • Facebook
  • Share on X
  • LinkedIn
  • WhatsApp
  • Email
  • Copy Link

About the Author

Dennis Moraes

Administrator

Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

Visit Website View All Posts
Tags: acolhimento assistentes sociais pacientes

Post navigation

Previous: Definidos os vencedores do Prêmio “Geraldo Pinhanelli de Comunicação” 2023
Next: Vegetais, frutas, grãos integrais e leguminosas podem ser bons aliados na prevenção do câncer

Leia também:

Rádio Nacional transmite confronto decisivo entre Vitória e Flamengo
  • Variedades

Rádio Nacional transmite confronto decisivo entre Vitória e Flamengo

Redação 14 de maio de 2026
Venda geral de ingressos de jogo de despedida da seleção
  • Variedades

Venda geral de ingressos de jogo de despedida da seleção começa quinta

Redação 13 de maio de 2026
Carol Santiago é ouro, o 37º pódio do país no
  • Variedades

Carol Santiago é ouro, o 37º pódio do país no Internacional de Berlim

Redação 13 de maio de 2026
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity solidariedade Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping Vacinação vagas Vereadores
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente