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Diversidade dentro das empresas: a responsabilidade individual e coletiva de cada profissional

Redação 20 de dezembro de 2018 5 minutes read

Por Felippe Virardi

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O debate sobre a inclusão e o respeito à diversidade chegou às organizações, e já não era sem tempo. Vivemos em um país onde a multiplicidade de raças e costumes formou nossa cultura e identidade nacional. Acolher e integrar essas diferenças é um dever das organizações. Mas apesar de ser um assunto que vem ganhando força e começando a ser considerado indispensável algumas empresas ainda estão atrasadas na formação de equipes mais diversas.

Uma pesquisa realizada em 17 países mostrou que a alta gerência no Brasil dá pouca ou nenhuma importância à diversidade. Segundo o levantamento da Global Nerworking of Directors, com a participação do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, 72% dos entrevistados no Brasil responderam que a diversidade de gênero é pouca (19% deles) ou nada importante (53% deles) na seleção de candidatos. Quando comparamos com os resultados internacionais, o percentual de respondentes que considera a diversidade de gênero como importante é de 51%, sendo: 21% moderadamente importante, 14% muito importante é 16% extremamente importante. Quando questionados sobre a diversidade por etnia ou raça, os consultados brasileiros responderam que esse fator é pouco importante (13%) ou nada importante (74%) no recrutamento dos candidatos. Na amostra total, esse fator de etnia e raça é pouco importante para 29% ou nada importante para 36% dos respondentes.

Derrubar essas barreiras sociais de racismo, machismo e preconceito são emergenciais para o desenvolvimento das empresas. Ao construir equipes mais diversas e disseminar dentro das organizações o respeito à diferença estamos fomentando a inovação. Afinal de contas, aceitar a diversidade não é apenas conseguir lidar com gêneros, cores ou orientações sexuais distintas, mas principalmente respeitar ideias, culturas e histórias de vida diferentes da sua.

 

Não se trata apenas de um discurso da moda. A diversidade está se provando cada dia mais como ingrediente para o desenvolvimento e progresso das empresas. Um estudo feito pela Organização McKinsey & Company mostrou que empresas com diversidade racial possuem 35% mais chances de ter rendimento acima da média em seu setor de atuação, já a diversidade de gênero eleva em 15% as chances de rendimento acima da média para setor. Ainda de acordo com o levantamento, nos Estados Unidos, para cada 10% de aumento na diversidade racial ou étnica na equipe de executivos, os lucros aumentam 0,8%.

 

Existe uma explicação muito simples para esses números. Ao aumentar a multiplicidade dentro das equipes ampliamos também o olhar empático, e nosso conhecimento sobre o mercado de atuação e público alvo. Ao trazer ideias, bagagens e vivencias diferentes para o debate estamos enriquecendo e ampliando nossa capacidade de encontrar e entender a dor do cliente, e consequentemente, nossa habilidade em solucionar os problemas. Sem falar que nossa comunicação e relacionamento interpessoal melhora consideravelmente quando conseguimos conviver com o diferente.

 

O departamento de Recursos Humanos precisa ser protagonista ao defender a diversidade dentro das equipes. Mas apesar de ser a peça central que irá fomentar e disseminar o assunto na cultura empresarial, outros departamentos, junto com a liderança, precisam atuar de maneira ativa na construção de equipes heterogêneas. O RH é um grande influenciador do tema, mas ele não faz nada sozinho! Nesse sentido a informação é uma grande aliada na disseminação de uma cultura empresarial. Trazer o tema para por meio de treinamentos, comunicação interna, cursos, pesquisas, debates e claro o próprio recrutamento. Campanhas de endomarketing promovendo o respeito e a valorização das diferenças contribuem para a formação de uma cultura de diversidade nas organizações.

 

Falando especificamente sobre esse último, atrair talentos diversos requer um olhar humano e empático, além de ter a diversidade como um valor indispensável dentro da organização, o processo de contratação precisa ser o primeiro a abandoar preconceitos, colocando nos requisitos da vaga as competências técnicas e comportamentais da cadeira em aberto e deixando de lado os requisitos como idade, gênero, padrão estético ou físico.

 

A mundança para uma empresa mais inclusiva que respeita e fomenta a diferença em suas equipes nasce da mudança cultural de mindset em toda a sociedade. Por isso mesmo as pautas de diversidade e inclusão precisam ser cada dia mais discutidas. É responsabilidade de todos os funcionários, de todos nós, desconstruir pensamentos e atitudes segregadoras e multiplicar uma cultura mais inclusiva dentro das organizações.

 

Se você conhece pessoas ou empresas que não conseguem conviver e/ou incentivar um ambiente com pessoas diferentes, que se vestem, pensam e agem diferentemente umas das outras, eu posso afirmar, que em pouco tempo essas organizações não terão espaço para ganhar novos mercados e nem mesmo sobreviverem dentro dos setores em que atuam. A diversidade é hoje a grande chave na promoção da inovação e temos visto o quanto sem inovação não há sustentabilidade e, muito menos, futuro.

 

Felippe Virardi é formado em administração de empresas, executivo com mais de 10 anos de experiência na área de marketing e vendas e headhnter na Trend Recruitment, boutique de recrutamento e seleção para marketing e vendas.

 

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