DAE troca tubulações antigas na região Central

Medida reforça combate a perdas iniciado no ano passado

 

O DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Santa Bárbara d’Oeste vai investir mais de R$ 2,7 milhões na troca de redes antigas e adutoras de água tratada na região central da cidade. A homologação do contrato com a empresa responsável pelo serviço foi feita na segunda-feira (08) pelo diretor superintendente da autarquia, Rafael Piovezan. As ações prevêem a troca de 25 mil metros de tubulação antiga, de ferro fundido (redes) e amianto (adutora – Ruas Calil Baruque/Riachuelo), instaladas a mais de 50 anos no município.

 

Esta ação auxilia no controle de perdas e melhora a distribuição de água na região citada. A troca da rede irá beneficiar a população da microrregião formada pelas ruas Duque de Caxias e João Lino, e avenidas Corifeu de Azevedo Marques e Tiradentes (trecho próximo a Estação Cultural), que terão a nova tubulação de PEAD (Polietileno de Alta Densidade) instalada na calçada. Já com a substituição da adutora, os bairros Vila Oliveira, Jd. Augusto Cavalheiro e Vila Diva, e parte do Centro formada pelas ruas Dona Margarida, XV de Novembro, Riachuelo e Inácio Antonio, serão beneficiados.

Diante da estiagem recorde que vem agravando a crise hídrica na cidade e no Estado de São Paulo, o DAE barbarense segue com todos os esforços para a manutenção do abastecimento, intensificando a fiscalização no combate ao desperdício e atuando com orientações e multas quando necessário. Outras ações adotadas pela autarquia compreendem os serviços de substituição de trechos de adutoras e readequação no sistema de distribuição em diversos bairros, já em andamento, com investimento de R$ 1,4 milhão em recursos próprios, troca de 25 mil hidrômetros por tempo de uso e sem custos para o consumidor, em investimento de R$ 1 milhão, também recurso próprio, e instalação de comportas na Represa São Luiz, possibilitando um aumento na reserva de mais de 800 milhões de litros de água.

“Mais uma vez é necessário ressaltar o esforço de todos os funcionários do DAE para manter o abastecimento da cidade. Tivemos inúmeros investimentos para garantir o abastecimento, como por exemplo, as comportas da represa São Luís, as constantes trocas de redes em vários pontos da cidade, a campanha de combate ao desperdício, entre outras. Nesse momento não nos resta outra opção a não ser tomar decisões emergenciais para manter o abastecimento da população”, disse o diretor superintendente do DAE, Rafael Piovezan. “Entretanto, devido ao baixo nível dos reservatórios, a ausência de chuvas e a redução do volume na estação de adução de água bruta, contamos com a compreensão da população, pois ocorrerá falta de água durante períodos do dia. Trabalharemos com períodos de redução de vazão maiores como forma de tentar equilibrar a demanda resultante do consumo e a recarga dos nossos mananciais. É fundamental que a população entenda que algumas regiões podem ser mais afetadas do que outras, seja pelo resultado da rede que a abastece, ou mesmo em virtude de imprevistos, como rompimento de adutoras ou paralisação das bombas”, completou.

 

DAE/SBO

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